Monday, January 02, 2006

Entrevista com Tom Dongo

Brent Raynes

Alternate Perceptions Ezine



Tradutor Julio Anglada

janglada@openlink.com.br


Tom Dongo de Sedona, Arizona, escreveu sete livros sobre UFO & fenômenos paranormais. Ele já apareceu em documentários da TV nacionais e internacionais, e já apresentou muitas palestras na parte oeste dos Estados Unidos. Ele tem investigado muitos casos estonteantes e também tem vivenciado muitas experiências fascinantes em primeira mão. Qualquer um que queira comunicar-se com Tom pode contatá-lo escrevendo para: Tom Dongo, P.O. Box 2571, Sedona, AZ 86339..

Editor: Eu tomei ciência do seu trabalho pela primeira vez com Aileen Garoutte—agora muitas pessoas a conhecem como Leneesa—, nas páginas da sua revista The Missing Link, e você freqüentemente mantinha uma coluna naquela revista e abordava fenômenos interessantíssimos—a maioria deles ocorrendo na área limítrofe de onde você mora em Sedona, Arizona.

Você não era apenas pesquisador, mas também tomou ciência desde cedo sobre os fatores psíquicos desses fenômenos.

Tom Dongo: Exato, eu ainda estou profundamente envolvido nessa pesquisa.

Editor: Como eu, você veio do Maine.

Tom Dongo: Sim.

Editor: Isso lhe faz um "Maineíaco".

Tom Dongo: Sim. (rindo)

Editor: Você mencionou, no livro Alien Tide, que seu primeiro contato com UFO aconteceu quando você tinha 22 anos de idade, vivia no Maine rural e avistou uma bola de luz anômala movendo-se ao redor da floresta.

Tom Dongo: Uma luz vermelha. Muito bizarra.

Editor: Nas três noites consecutivas, acho que na terceira noite, você disse que o objeto aterrissou.

Tom Dongo: Sim, o objeto aterrissou. Na frente da minha casa havia um grande vale, com aproximadamente 15 quilômetros de extensão, mas como o objeto aterrissou e não decolou, eu fui de carro até lá. Eu não me deparei com o objeto, mas compreendi depois que eu tinha feito algo insano. É assim que muitas pessoas têm lapsos temporais. Mas, eu acho que não tive um.

Editor: Então eu presumo que esse foi seu primeiro contato com o fenômeno UFO?

Tom Dongo: Sim.

Editor: Quando você realmente começou a investigar tais fenômenos, se é que eu compreendi bem a questão, você começou a ter uma atividade do tipo poltergeist—ou o que muitas pessoas chamam de "fantasmas brincalhões".

Tom Dongo: Bem, eu estava no Instituto Psíquico de Berkley em Santa Cruz (na Califórnia), e nós realizávamos muita pesquisa astralina, com poltergeists e todo o amplo espectro de assuntos psíquicos. Esta pesquisa envolvia praticamente tudo. Nós nos sentávamos em um círculo, com uma dúzia ou mais pessoas, e simplesmente observávamos o que acontecia. Às vezes tais fenômenos eram assombrosos.

Editor: Eu havia realizado uma abordagem crítica do seu livro Alien Tide no Alternate Perceptions, que foi fascinante, e então você me enviou uma cópia do livro Merging Dimensions, que escreveu com Linda Bradshaw, e havia ali uma imensa gama de fenômenos que apontavam fortemente para conexões psíquicas e, até mesmo, interdimensionais. Isso ainda é, basicamente, o que você faz, dez anos depois?

Tom Dongo: Sim. Eu não sei por que, mas tudo o que faço envolve vínculos psíquicos. Minhas próprias capacidades são bastante acentuadas. Assim, isto se torna ainda mais interessante porque eu tenho amigos que são extremamente psíquicos, e um deles chegou a trabalhar para o governo, em Los Alamos. Eles são psíquicos habilíssimos, e por vezes, eu me encontro com eles e vos indago o que meditam? Eu já sei, mas eu vos indagarei para saber vossa opinião—justamente para saber se eu estou seguindo a pista no rasto certo.

Já esse incidente que eu lhe contei, está acontecendo na reserva Navaho—Eu lhe contarei agora uma história incrível que Leneesa postará e que será enviado para duas revistas, aqui no norte do Arizona (eles já concordaram em publicá-la), mas o tópico é algo da mais bizarra atividade sobrenatural que eu já tomei conhecimento. Isto tudo aconteceu em um lugar em um período de dois a três meses no inverno de 2003. Eu estou tentando obter financiamento para uma pesquisa na área da Nação Navaho. Eu conheço índios Navahos que anseiam por empreender essa pesquisa na região. Eu seria um consultor. Então, se alguma coisa for levada a cabo, eu tomaria parte na pesquisa. Mas a pesquisa seria responsabilidade deles.

De qualquer forma, eu estou tentando obter financiamento para fazer uma pesquisa de cinco anos na região, que ficaria provavelmente em $55.000 ou mais. Nunca houve uma pesquisa UFO na Nação Navaho, que tem aproximadamente 30.000 milhas quadradas de extensão. Muitas coisas bizarras têm acontecido na região, e acho que é porque eles são muito pobres, de modo que, em minha opinião, é exatamente por isso que os fenômenos ocorrem lá. Como nem todos têm uma filmadora ou um gravador, as entidades podem safar-se, como no episódio ocorrido em 2003.

Esse fato que ocorreu em 2003 incluiu três espécies distintas ou tipos de seres extraterrestres, e centenas de fenômenos de orbes fulgentes, como a Marfa— eu meio que os comparo com as luzes (TX) Marfa. Acho que são a mesma coisa. Quer dizer, isso está acontecendo no mundo inteiro, agora. Os orbes fulgentes. Mas há uma diferença na região Navaho— esses orbes são realmente agressivos. Essa foi a primeira vez que eu ouvi falar de algo assim. Os orbes luzentes capitanearam por cima das casas Navahos e as pessoas que viviam a duzentas jardas puderam observá-los e contemplar os orbes todos flutuando ao redor das moradias e por sobre as casas e observá-los mudando de um lugar para outro. Certa noite, enquanto aquilo acontecia, uma família vivenciou uma profunda experiência de abdução. Os aliens adentraram na casa, após a família ter ido deitar. Eles podiam ouvi-los inspecionando a casa ao redor. As luzes moveram-se ao redor da casa e abrindo e fechando as portas do armário na cozinha — potes e panelas chocalhavam — e o padrasto da família que se encontrava em um outro aposento, gemia e suspirava, o que não era seu hábito fazer. Ele normalmente dorme como uma pedra. Então, eles viram as luzes rumando para frente e para trás por debaixo da porta dos seus quartos, e quando a porta descerrou, eles se cobriram por completo. Então, puderam ver luzes ao redor do quarto através dos cobertores — e se lembram de estarem flutuando — e após retornarem para cama, alguém puxou os cobertores e havia dois grupos de olhos cor-de-laranja fixos neles. Nesse ponto, eu acho que essas pessoas desmaiaram de pavor. E a próxima coisa que notaram foi que já era de manhã. E tudo terminou.

Esse incidente também envolveu uma coisa com a qual eu não me atreveria a me meter. Magia negra. Skinwalkers. Isso aconteceu no auge da atividade skinwalker . Essa é uma longa história, mas também está envolvida aqui. Havia alguns grupos de skinwalkers naquela área, perto dali. Você sabe o que eles são, Brent?

Editor: Eles são bruxos que acreditam ter a capacidade para assumir formas de animais.

Tom Dongo: Sim, eles também mudam de forma. Podem transformar-se em um coiote, coruja, águia e em criaturas semelhantes a seres humanos. Naquele filme Independence Day quando a nave alien foi atingida e um alien fugiu, ele era exatamente como um shapeshifter. Seus joelhos dobram-se para trás. Aquele era um skinwalker. Alguém realmente pesquisou para o filme.

De qualquer forma, tem havido fortes evidências de atividade skinwalker naquela região e muitas pessoas me alertaram para não mexer com isso, de modo que não me envolverei com o assunto, pelo menos por enquanto. Na verdade, eu comecei a escrever um livro sobre a atividade skinwalker, mas pretendo deixá-lo de lado. Pesquisei a fundo sobre os skinwalkers, mas vou desistir disso. O poder está acima de minhas capacidades, não posso mexer com isso.

Editor: Essas pessoas também estão interagindo com o fator UFO?

Tom Dongo: Sim. Houve três tipos distintos de aliens e as esferas fulgentes. E os navajos podiam ver as esferas a 15 quilômetros de distância. Na área havia grama, algumas árvores aqui e ali, mas era basicamente um espaço aberto. Afastando os arbustos esparsos, eles podiam observar grupos de aliens vagueando ao redor. Uma garota manteve uma interação direta com um grupo deles, e nenhum desses grupos aliens eram particularmente amistosos. Eles tampouco eram malevolentes, mas faltava pouco para isso. Ela fugia para o deserto e corria ao encontro deles — recepcionava os aliens.

Editor: Estas pessoas eram todas índios navajos?

Tom Dongo: Sim. São todos navajos puros. Bem no meio da nação navajo.

Editor: De que tipos de seres estamos falando?

Tom Dongo: Bem, havia três tipos. Os seres muitos pequenos, com aproximadamente um metro de altura e que se pareciam com humanos. Os navajos não podiam ver suas feições, mas uma noite eles os contemplaram vagueando ao redor dos seus carros. O próximo tipo de ser — aqueles com os quais a garota interagia naquela área da reserva — tinha aproximadamente 1,70m de altura. Eu acho que ela disse que eles tinham pele cinzenta e olhos proeminentes e amendoados. Não eram muito amistosos. O outro tipo de ser tinha aproximadamente 2,10m de altura — eles nunca viram a face desse ser tão alto, mas tais seres se expressavam em inglês. Uma noite, um desses rapazes deparou-se com um deles, que usava um capuz e não o fitou diretamente. Mas o ser podia falar Inglês, e esse contato ocorreu em um lugar onde ninguém perambularia. Eles vivem em uma área tão remota que não há a possibilidade de um turista ou campista andar por ali.

Editor: E os seres altos realmente conversavam com os índios Navahos, verbalmente?

Tom Dongo: Sim. Eles falavam um inglês perfeito.

Editor: E os outros seres usavam telepatia?

Tom Dongo: Sim. Eles eram telepáticos.

Editor: Você esteve na nação navajo e entrevistou pessoalmente muitas destas pessoas?

Tom Dongo: Sim.

Editor: Eu sei que você tem capacidades psíquicas muito desenvolvidas. Que tipo de impressões você captou na região?

Tom Dongo: Bem, eu conheci outros sensitivos que também tomaram parte nessa pesquisa, mas a coisa é bem estranha. Estranha mesmo. Os três tipos de aliens, como eu disse, não eram particularmente amistosos, e o elemento skinwalker estava envolvido, de alguma forma. Eu não consegui discernir muito bem os fatos. Contudo, os objetos levitavam na casa e giravam, e uma noite um rapaz se encontrava do lado de fora de casa e um grande machado levitou e começou a rodopiar, elevou-se e quedou. Também houve um alarido dos cavalos selvagens que viviam no mesmo vale — aproximadamente 60 deles — e os navajos podiam ouvir todo o rebanho correndo, de vez em quando — como se alguma coisa os perseguisse. Eles disseram que os cavalos corriam como se alguma coisa os perseguisse.



A propósito, uma vez a polícia da nação navajo foi ao local e também presenciou o fato.

Editor: E isso fica no Arizona?

Tom Dongo: Sim.

Editor: Você tirou algumas fotografias incomum enquanto estava nesse local?

Tom Dongo: Não. Na verdade, na noite em que presenciei alguns destes fenômenos — eu vi o orbe — a cena foi dramática, mas a temperatura estava muito baixa — incrivelmente frio— lá em cima naquela altitude. Eu não sei a que altura estávamos. Talvez a 1.500 ou 2.000m. Eu estive no Maine quando a temperatura estava a 30 graus abaixo de zero e não estava tão frio assim. Nós ficávamos do lado de fora apenas uma hora e já congelávamos. Mas mesmo assim vimos as esferas fulgentes.

Editor: Qual era a aparência delas?

Tom Dongo: Bem dentro dos padrões normais — provavelmente 60 a 90 centímetros de largura de distância. Era uma luz branca e brilhante voando ao redor das árvores. Disseram que as esferas produzem ruídos, como carros passando através das árvores. Eu não tenho certeza do que querem dizer com isso. Mas as luzes realmente produzem sons.

Editor: Isso é bem bizarro. A propósito, a área Sedona continua tendo o mesmo tipo de atividade que ocorria quando você escreveu os livros Merging Dimensions e Alien Tide?

Tom Dongo: Este fenômeno diminuiu bastante. Ainda existem alguns avistamentos incríveis de UFOs na região, mas a atividade realmente diminuiu, porque há muita gente por lá agora. Existem pessoas por toda a parte.

Editor: Eu sei que em um dos seus livros, você mencionou que, como muitas pessoas, você foi atraído para a área de Sedona. Você comparou isto com Contatos de Terceiro Grau e com A Torre do Diabo. Eu sei que você começou a desenvolver-se em termos psíquicos antes de ir para Sedona, mas isso pareceu ser uma parte da sua evolução psíquica ou algo parecido? Será que você poderia falar um pouco a esse respeito?

Tom Dongo: Bem, eu tenho a capacidade para penetrar dimensões e, se há um incidente, posso ir até ele de um modo psíquico e explorar a cena, até certo ponto. Eu também tenho uma capacidade aguçada de visão remota. Bem aguçada. Eu sou um visionário remoto natural e já testaram minha capacidade. Um psicólogo em Durango, Colorado, me testou há aproximadamente dez anos e eu tive aproximadamente 80 por cento de respostas exatas. Eu estava aqui em Sedona e ele em Durango, e ele segurou objetos variados e eu acertei aproximadamente 80 por cento deles. Então, eu uso estas capacidades para reunir informações que muitas outras pessoas não conseguem coletar. E como eu disse, eu contato outros psíquicos, confrontamos anotações, eu lhes indago o que perceberam e acho que neste sentido sou capaz de obter informações que outros não podem. Até aqui, acho que fui bastante eficiente.

Ocasionalmente faço palestras para pessoas que desejam conversar com parentes finados ou coisas parecidas, e em geral sou extremamente acurado. Muito preciso mesmo.

Editor: Eu sei que você percebe muitas sensações ligadas ao fator interdimensional. No seu livro Alien Tide você descreveu um homem que mencionou ter visto na área Sedona um objeto no formato de uma janela flutuando no céu e criaturas semelhantes a pés-grandes com quase três metros de altura por perto, como se vigiassem o objeto. Mais tarde, naquela mesma área, um outro homem também observou o mesmo tipo de coisa. Nenhum deles conhecia o outro.

Tom Dongo: Eu sei sobre o que você está falando. Há dez anos eu não leio esse livro. O outro homem era, na verdade, um coronel aposentado da Força Aérea (seu nome e detalhes adicionais fornecidos por Tom sobre esta pessoa serão omitidos porque não temos permissão para divulgar em público essa informação — editor). Eu mantive algumas conversas com ele.

Editor: Ele viu o objeto do formato de uma janela e as criaturas de três metros de altura?

Tom Dongo: Bem, na verdade R. (inicial para o nome omitido) viu um UFO voando para dentro de uma rocha. O objeto voava para a frente (e) quando o objeto iria colidir na rocha, adentrou diretamente nela, como se a pedra fosse água. Essa é a experiência daquele homem. E M. (outro personagem cujo nome foi omitido) teve exatamente a mesma experiência aproximadamente uma semana antes desse episódio. Eu estava em uma sessão de autógrafos e falava ao telefone com R, quando M chegou e passei o telefone para ele, dizendo-lhe: "M, esse cara teve a mesma experiência que vocês tiveram duas semanas atrás." Ele falou por aproximadamente uma hora no telefone. O universo funciona de um modo misterioso.

Editor: Sim, há sincronicidade nesse fato.

Tom Dongo: Exato.

Editor: Mas os dois viram o pé-grande?

Tom Dongo: Não recordo. Provavelmente foi M. quem viu. A coisa foi diferente, mas o homem era o mesmo.

Editor: Você ainda fotografa? Há cerca de dez anos, você tinha aproximadamente 300 fotos anômalas em seus arquivos.

Tom Dongo: Eu ainda tenho indubitavelmente uma das melhores coleções de fotografias paranormais do mundo — são fotos de objetos reais. Não são de fotos com defeitos. As fotos que eu guardo não são de fogachos nas lentes da câmera ou de algum defeito no filme ou qualquer outra coisa. E agora as fotos são digitais. Atualmente o melhor material é digital — raramente há qualquer coisa que você possa classificar como um defeito. Há uma mulher aqui em Sedona, Nancy McKinney, e uma outra,Tami Pennington, que tiraram fotos incríveis com câmeras digitais, e o sujeito que inventou a fotografia digital observou as fotos e exclamou "Sejam quais forem os objetos fotografados por essas câmeras, ele são reais."

Editor: Naturalmente, muitas das suas fotos tinham alguns objetos como estruturas, e até mesmos entes, pessoas que subitamente se mostravam na frente da sua câmera e que você não viu na hora. Talvez você os tenha sentido. Mas uma foto que recordo foi da pessoa com olhos cor-de-laranja.

Tom Dongo: Sim, essas fotos com olhos laranja são as que as pessoas mais gostam, quando dou palestras. Ela foi tirada na fazenda Bradshaw. O lugar estava desocupado e essa pessoa apareceu, com olhos laranja reluzentes.

Editor: Linda Bradshaw ainda está envolvida nessa pesquisa?

Tom Dongo: Não, ela se mudou para Thompson Falls, Montana mais ou menos cinco anos atrás e perdi totalmente o contato com ela. Linda assumiu uma vida completamente nova.

Ah, uma outra coisa sobre a história da reserva dos navajos. Eles foram seguidos por caminhões brancos. Isso me atemorizou porque eu tinha sido advertido por um elemento importante no governo para prestar atenção a caminhões brancos e novos. Eles são realmente perigosos, e então, os índios começaram a ser seguidos por caminhões brancos. Senti muito medo, mas isso durou uns dois dias e terminou.

Editor: E isso aconteceu enquanto você estava lá?

Tom Dongo: Sim. Enquanto eu estava envolvido nessa pesquisa. Eles moravam em Flagstaff, depois de terem residido na reserva navajo, e um dos rapazes, no meio de uma sala cheia de gente — observava um UFO no alto dos montes de São Francisco e um raio azul atingiu-o na face, que começou a sangrar abundantemente. Ele foi até o banheiro e tentou enxugá-lo. Então, mais ou menos uma semana depois disso — ele fumava cigarros, estava um frio enregelante --, ele saiu apenas de camiseta à rua para fumar um cigarro e seu parentes sentiram sua falta. Saíram em sua busca por uma hora e estavam prestes a chamar a polícia quando o rapaz veio caminhando de dentro do bosque, ainda com a mesma camiseta leve, sua pele quase azul de tanto frio. Eles lhe perguntaram aonde havia ido e ele respondeu: "Ah, eu estava na floresta, conversando com três caras". Tirem suas conclusões.

Editor: Hmm. Ele lembrou sobre o que conversaram?

Tom Dongo: Essa é uma das coisas que pretendo fazer – sentar-me para conversar com ele. Veja, todos esses caras têm filhos. Você já tentou entrevistar pessoas que têm filhos de 3 e 5 anos de idade? É impossível. Os filhos berram, brigam um com o outro, derrubam coisas... Eu preciso encontrá-lo. Quero descobrir tudo.

Editor: Você acha que há uma tela de memória nesse caso.

Tom Dongo: Sim.

Editor: O fenômeno está focado em uma família navajo ou muitas pessoas tomam parte no processo?

Tom Dongo: Esse é o motivo pelo qual eu anseio realizar esse projeto de pesquisa. Estes rapazes que vivenciaram esse evento queriam falar a respeito. Havia aproximadamente meia dúzia de pessoas envolvidas no evento. Mas, eu estou convicto — já ouvi histórias e escutei rumores sobre o que tem acontecido na reserva navajo, e eles não estão morrendo de vontade de falarem com brancos. Ainda assim, eles conversam e confiam completamente em mim agora, porque entrei em estreito contato com eles e agora me contam mais sobre aquilo que sabem. Existe uma necessidade real de pesquisarmos o que ocorre lá.

Eu consegui mais ou menos dois mil dólares em doações aqui em Sedona e comprei algumas câmeras e filmadoras e as levei até lá.

Editor: Fascinante. Quantas vezes você esteve na nação navajo?

Tom Dongo: Apenas uma. Fica a 280 quilômetros daqui, só de ida, de modo que é bem difícil chegar lá.

Editor: Bem, isso é muito interessante e agradeço por você compartilhar essas informações conosco. O que você acha que o futuro nos reserva ou onde você acha ou espera que isto tudo nos leve?

Tom Dongo: Bem, existem mais ou menos dez coisas que poderiam pôr um fim na vida neste planeta, e acho que por enquanto o contato com extraterrestres é nossa única chance. Acredito realmente nisso. Nosso planeta tem se degradado tanto que, atualmente, acho que nossa única chance de sobrevivência é o contato com algum grupo extraterrestre que possa nos ajudar.

Editor: Tomara que o grupo certo!

Tom Dongo: Isso mesmo.

Editor: Bem, eu sei que uma das suas filosofias é "Simplesmente observe". Então, você acha que muitas pessoas passam tempo demais assistindo televisão e ainda não sabem por que não tiveram elas mesmas essas experiências.

Tom Dongo: Saia de casa e faça algo.

Editor: Você já viu muitas coisas. Você viu um disco voador sobrevoando Sedona e teve muitos outros avistamentos.

Tom Dongo: Eu discorri a respeito desse avistamento em uma das revistas locais. Isso aconteceu alguns anos atrás. Eu tinha uma empresa de viagens e retornava de uma viagem tarde da noite quando observei duas esferas enormes voando exatamente sobre Sedona. Elas tinham provavelmente 15 metros de diâmetro e estavam voando como se fossem parte de um objeto maior, porque não se separavam de forma alguma. Elas voavam perfeitamente em linha. Estavam, provavelmente, a uma distância de 100 metros uma da outra e voavam exatamente sobre Sedona. Então, eu avisei meu sócio no escritório, que correu para fora com sua filmadora Sony e filmamos oito minutos dos objetos sobrevoando Sedona, e depois vimos um avião leve—provavelmente um Cessna monomotor — voou exatamente debaixo de um dos objetos. Nós registramos essa cena em vídeo. O avião tentava evitar uma colisão ou ver o que eram os objetos. Mas eu não consegui encontrar o piloto porque não há torre de aviação aqui; logo, não há registro de aviões aterrissando ou decolando. Mas isso aconteceu há dois anos, apenas. Assim, eu escrevi um artigo para a revista Four Corners — fez parte da história que escrevi—, e pedi que se alguém mais havia visto aquilo, que me ligasse. Publiquei meu número de telefone, mas não recebi nenhuma chamada. As pessoas não olham para o céu. Só nós dois vimos aqueles objetos.

Editor: Então, eles sobrevoaram Sedona por oito minutos?

Tom Dongo: Provavelmente dez minutos. Sobrevoaram Sedona em baixa velocidade. Eu diria 30 milhas por hora, no máximo.

Editor: A que horas isso aconteceu?

Tom Dongo: Logo após o anoitecer. O tempo ainda estava quente. O avistamento aconteceu por volta das vinte horas.

Editor: Ainda havia muita gente acordada.

Tom Dongo: Claro que sim.

Editor: E Sedona é uma cidade turística.

Tom Dongo: Exato.



Janglada

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2 Comments:

Blogger Felipe silva said...

Gostaria de agradecer ao autor do blog pelas postagens. São entrevistas muito ricas e interessantes, pois as perguntas são realizadas por uma pessoa que visivelmente estuda o fenomêno. Não é tão facíl encontrar publicações como estas na internet.

Obrigado pelo trabalho;

4:29 PM  
Blogger Felipe silva said...

This comment has been removed by the author.

4:29 PM  

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