Monday, January 02, 2006

Entrevista com Ann Smith

Brent Raynes





Tradução Julio Anglada

janglada@openlink.com.br



Na tarde do dia 5 de março de 2005, um sábado, eu conduzi uma entrevista interessantíssima por telefone com uma mulher de Oklahoma. Ann Smith não é seu verdadeiro nome. Sua identidade real está no arquivo de Alternate Perceptions. Antes de mais nada, no mês de fevereiro, Ann contatou Whitley Strieber via e-mail, após ouvir sua entrevista na rádio com o Dr. Greg Little acerca da sua exploração de um antigo sítio na Guatemala que, possivelmente, é um dos locais do Saguão de Registros, que o falecido Edgar Cayce descreveu em seus êxtases misteriosos. Ann achava que a descrição do sitio por Greg talvez correspondesse á experiência que vivenciou sob a orientação de uma aparente inteligência E.T. Temos aqui, em suas próprias palavras, essa história inusitada e muita, muitas outras.

Ann Smith: Eu não sei se você tomou conhecimento das Conferências de Conhecimento Estelar. Existe um índio americano, chamado Standing Elk. Acho que agora chama a si mesmo de Golden Eagle. Nós realizamos uma conferência em San Diego, que aconteceu no mesmo período em que se observaram grandes avistamentos de naves sobre Fênix, no Arizona. Bom, o caso é que um dos expositores da conferência era de Guayama, Porto Rico. Seu nome era José Fernandez. Ele alegou ter sido contatado. Ele tinha muitas fotos de suas experiências com UFOs, que mostrou a todos. Na hora, eu estava numa mesa, quando ele veio correndo e disse: “Tenho que ir! Preciso ir! Se quiser venha comigo, mas preciso ir!” Eu disse: “Por quê? O que houve?” Ele respondeu: “Um UFO está me chamando.” Ele saiu pela porta e, como eu atendia um cliente, não pude aceitar o convite. Ele voltou em uns 30 minutos, com a foto de um UFO, tirada com uma câmera Polaroid, com água ainda goteando, que havia saído da Baía de San Diego. Eu me senti absolutamente perplexa. Ainda bem que era uma Polaroid, porque não há como manipular essas fotos. A coisa era real mesmo.

Editor: Você deve ter pensado, “Nossa, por que não fui com ele?”

Ann: Sim, pode apostar. Contudo, a segunda conferência de Conhecimento Estelar foi interessante, porque havia um grupo de aproximadamente 20 pessoas na sala, aquele era o intervalo entre os conferencistas e algumas pessoas andavam pela área do auditório quando entraram essas duas mulheres híbridas. Elas pareciam definitivamente híbridas. Diziam ter vindo para dizerem “olá” e nos dizer que apoiavam nosso projeto de organizar conferências ufos sobre ET’s.

Editor: Elas simplesmente entraram, assim, sem mais nem menos?

Ann: Sim, assim mesmo. Não eram muito altas. Menos de 1,60 m. Tinham cabelos castanhos aloirados. Cabelos finíssimos, mas eram cabelos. Suas cabeças eram um pouco mais largas na parte superior e seus rostos se afinavam em direção ao queixo; tinham olhos grandes, posicionados mais para o lado de suas faces. Seus olhos não eram tão próximos ao nariz quanto os nossos, e nariz e boca eram muito pequenos. Tinham orelhas, já que se podia vê-las através dos cabelos.

Eu não pude ver suas mãos. Todos se amontoaram em redor, todos os que estavam no auditório, e já não se podia ver as mãos delas. Assim, não posso dizer como eram suas mãos e pés, mas trajavam-se como você e eu, falavam a nossa língua, e pude ver que, enquanto conversavam com todos, captavam informações de cada pessoa com quem dialogavam. Era como se estivessem fazendo um download das histórias de vida de todos.

Editor: Elas se comunicavam como pessoas normais?

Ann: Sim. Elas falavam.

Editor: Mas você teve a impressão de que também colhiam informações telepaticamente.

Ann. Sim. Exato.

Editor: E onde e quando isso aconteceu?

Ann: Ó, Deus. Eu acho que isto aconteceu no ano de 1997. Foi no Parque Estes, Colorado, e a conferência sobre UFOs foi interessantíssima. Não apenas observamos uma nave mãe sobrevoando a área...Eu voltava para o aeroporto, descendo a montanha rumo a Denver, e olhei para cima, para as nuvens. Eu estava exausta, após 5 dias de conferência, sabe. Então eu me refestelei e descansei. Foi quando observei uma bola prateada saindo da nuvem, e então, adentrando na nuvem novamente. Pensei “Será que vi mesmo o objeto que suponho ter visto?” Então, o objeto voltou pelo caminho que saíra, desceu novamente, e subiu de volta e falei, “´Nossa, mas isso é interessante!” Então, o objeto executou o mesmo trajeto novamente, e eu pensei: “Ai meu deus, essa é a mesma bola prateada que estou vendo?” Então, duas delas saíram da nuvem e cruzaram seus trajetos, e voltaram para cima das nuvens, e indaguei às outras pessoas que estavam no carro, “Ei, vocês viram isso?” e ------ “Sim, também estávamos olhando.”

Editor: Então, essa foi a mesma conferência onde você observou as duas mulheres híbridas?

Ann: Sim.

Editor: Isso aconteceu depois que você as viu?

Ann: Ocorreu depois. A conferência havia terminado. Esse foi um avistamento interessante.

Editor: E nem chegamos ainda a Biloxi, no Mississippi.

Ann: Não!. (rindo) Minha história realmente preludiou, bem, começarei do ano de 1991. Eu conheci uma garota que disse ter mantido contato com E.T.s, contatos regulares e obtido conhecimento, e trabalhado com eles diretamente nas coisas que os aliens efetuavam na Terra, e com seus habitantes. Eu disse, “Bem, você sabe, preciso ver para crer. Você pode fazer arranjos para um vôo num UFO?” Naquela época, eu nunca vira um UFO. Ela disse: “Posso fazer melhor do que isso.” Eu indaguei: “Como?” “Bem,” ela disse, “eu posso perguntar se os aliens podem vir e levar você para um passeio de UFO.” Eu exclamei: “Eu adoraria!”

Assim, mais ou menos duas semanas depois, eu estava com problemas nas minhas costas e fibromialgia, e havia muitas coisas acontecendo com a minha saúde, e pensamos que talvez o problema fosse o colchão. Então, tiramos o colchão da cama e nos deitaremos no assoalho. Dormimos no chão, naquele colchão, e logo senti a presença dos aliens. Eu os senti adentrando no aposento, e soube que estavam lá. Tentei me virar, mas foi em vão. E quando senti que flutuava, vi que havia ali um E.T. me tocando. Ele me colocou de pé. Agora eu lembro de tudo.

Havia dois E.T's e aquela garota estava lá. Nós descemos o corredor e saímos pela porta de trás para adentrar em uma nave pequena e cruzamos o Golfo de Mississippi tão rápido que foi incrível a velocidade com que cruzamos a água. Nós não mergulhamos ou flutuamos na água. Estávamos sobrevoando sobre a água naquela altura, porque a Base da Força Aérea Kessler fica nesse lugar e eles tentavam evitar o contato com o radar. Então, saímos e fomos diretamente para cima e estacionamos em uma plataforma. Eu olhei através da janela. Então, estacionamos e entramos em um UFO maior. Logo, me levaram para um quarto, que eu alcunho de quarto claro, e me despiram. Eu não tinha controle e nem cheguei a dizer “Não, eu não quero que você tire minha roupa.” Foi como se eu pensasse: “É isso o que está acontecendo,” mas eu lembro disto. Isso é tudo. E havia uma coisa que borrifavam em mim, alguma coisa dourada e brilhante. Era esquisito. Também senti algo pegajoso nessa substância. Não sei o que era. Acho que estavam me descontaminando de algum modo. Depois, me vestiram com um manto, me levaram e me mostraram várias coisas ao redor do UFO. Eles me mostraram seus aposentos, onde realizam suas experiências, e assim por diante. E também onde dormem. Porque eles têm camas para repousarem. Eles descansam e se alimentam. Eu lhes indaguei o que comem, e vi que consomem uma coisa pastosa, de coloração marrom, com aparência esquisita também. (rindo)

Editor: Então estes seres eram os Greys?

Ann: Não. Os Greys estavam com estes caras, mas estes eram mais como os seres altos esbranquiçados.

Editor: Os tipos nórdicos?

Ann: Sim. E o extraterrestre que mais trabalhava com essa garota, o ser mais alto tinha, eu diria, 2m de altura. Ele era muito alto.

Editor: Ah, sim, um jogador de basquetebol.

Ann: Não zombe. Eu não sou muito alta. Meço apenas 1,65m. Fiquei de pé na frente dele e o que eu lembro de ter visto foi...seu uniforme tinha um cinto...Eu lembro do cinto na altura do nível de visão. Por aí se vê que era muito alto.

Então, esse foi o início de uma série de abduções.

Editor: Isso foi bem físico, ou será que o contato pareceu...

Ann: Não, foi muito físico. Eu me levantei na manhã seguinte, me olhei no espelho e meu rosto estava extremamente avermelhado. Eu não me sentia muito bem. Eu tremia, sentia dor de estômago, como se estivesse desconectado do meu corpo, e só podia atribuir isso ao fato de ter sido, talvez, exposta a radiação nesse contato, mas aquilo era a prova definitiva que eu tinha tido meu contato, esse meu estado de sonho lúcido, e o que eu recordei e o que vi durante a noite foi absolutamente a verdade.

Então a garota me ligou, perguntando: “Que tal a viagem?” Eu não havia lhe dito nada a esse respeito.

Editor: Então ela sabia?

Ann: Ela sabia! Eu respondi: “Bem, eu vou lhe fazer um teste. Me diga, onde eu estava quando os rapazes entraram no quarto?” Ela respondeu, “Seu colchão estava no chão, você estava deitada no chão, com suas costas voltada para a direção da porta e seu marido estava com as costas voltadas na sua direção.” Isso era absolutamente verdade. Ela sabia.

Editor: Qual era o formato da nave pequena? Era um disco normal?

Ann: Sim, a nave era esférica, assim como a nave maior, pelo que pude ver. A nave era tão grande que não tive uma visão completa, mas acho que também era esférica.

Editor: Está bem, então a nave menor era um disco voador típico?

Ann: Sim.

Editor: Com a cúpula na parte superior?

Ann. Sim.

Editor: Ok.

Ann: Havia janelas pequenas nessa nave. De qualquer modo, esse foi o início de uma série de eventos nos quais os aliens me levavam e mostravam coisas.

Editor: Começando em 1991?

Ann: 1991. Então a respeito...deixe-me ver...Eu não sabia nada sobre Edgar Cayce a não ser por ter lido algo que ele disse sobre uma biblioteca antiga em algum lugar, mas nunca havia realmente cogitado sobre a localização dessa biblioteca. Eu já conhecia a história de Atlântida, e em uma viagem eles me levaram debaixo d’água e eu pensei: “Como posso estar debaixo d’água e ver as criaturas do oceano e ainda respirar?” Foi como se eu estivesse dentro de uma bolha. Vi uma cidade com colunas e com pedaços de pedra enormes. Eles me mostraram isso, acho que estávamos na costa de Cuba. Lembro-me também de outra viagem... eu queria conhecer a verdade...Assim, perguntei a eles: “Quero saber a verdade sobre a existência da Terra e da humanidade.” Assim, eles me levaram para ver uma série de coisas, me mostraram um pouco do que está acontecendo e fizemos aquela viagem...Tenho quase certeza de que o lugar era Yucatan ou algum lugar na América do Sul. Mas acho que era Yucatan, realmente acho, porque na descrição que o Dr. Little narrou, no programa de Whitley Streiber, era como se ele descrevesse algo como... sabe quando você sente calafrios quando ouve algo e tem certeza de que é aquilo mesmo? (Ela ri)



Editor: Eu tenho um amigo que os chama de calafrios da verdade.

Ann: Exato. Senti calafrios da verdade pelo corpo todo e exclamei, “ah, meu Deus, eu vi esse lugar que ele menciona!” Bom, eu não lembro de ter saído do UFO. O que lembro é que haviam seis de nós, inclusive essa garota de quem lhe falei. Havia um homem e três mulheres.

Editor: Essas pessoas eram todas da Terra.

Ann: Sim, estou quase certa que sim. Os ET's mostravam algo a elas. Logicamente, queriam que eles vissem o que tinham a mostrar, e nós caminhamos meio que inclinados, como escalássemos uma colina, mas era como uma trilha. Subimos ao topo e pudemos ver, no lado esquerdo, uma pirâmide real. Parecia ser uma pirâmide, mas estava cercada de mato e haviam degraus e estruturas ao redor da área. Eles foram até lá, na direção do que eu via como mato e arbustos, e pousaram a mão em algo. Não sei se empurraram uma pedra ou se usaram seus poderes para fazer a pedra abrir, mas a porta abriu-se no centro do buraco, se estou me fazendo clara.

Editor: Como uma porta de pedra?

Ann: Sim, era de pedra. Mas ela se abriu e não tinha dobradiças no lado. Ela se abriu a partir do centro. Eles nos disseram que esse lugar era muito especial e que continha informações sobre a história antiga da Terra. Nós entramos, mas poderíamos ter ido mais além ainda, tanto quanto pude ver, e havia um tipo de luz. Uma pequena caixa preta que iluminava o interior desse lugar, e na área da parede havia hieróglifos, semelhantes a hieróglifos do Egito. No interior do lugar havia algumas cerâmicas quebradas, um crânio de cristal e outros cristais grandes, mas nunca vi nada parecido com placas de pedra, os blocos de texto que o Dr. Little estava procurando. Era isso que buscava, não?

Editor: Sim, acho que sim.

Ann: Mas não vi nada disso lá. Admito que não entramos mais fundo nessa área da caverna, mas nos disseram que eventualmente lembraríamos desse evento e eu realmente lembrei, após seis meses. Eu tive essa lembrança, essa visão. Como um evento passado. Como muitos abduzidos se recordam. E lembrei desse fato.

Editor: Agora, eu imagino que você teve essa recordação quando estava conversando no telefone com sua amiga porque ela estava lá...

Ann: Eu lhe perguntei e lhe disse: “Eu lembrei de alguma coisa. Você lembra de ter ido para algum lugar na América do Sul?” Ela respondeu: “Oh sim. É o lugar aonde fomos e lhes mostramos onde estavam todos os escritos antigos.” Ela sempre sabia de tudo, e isso era muito, muito estranho.

Editor: Ela sabia onde estava localizada a caverna?

Ann: Disse que era na América Central, ou perto da América do Sul. Foi isso que me contou. Essa mulher já faleceu e não posso mais indagá-la sobre esse lugar. Ela divorciou-se e mantivemos contato por pouco tempo. Na verdade, ela mudou-se para Oklahoma muito antes de eu mesma me mudar para lá. Ela foi morar em Grove, Oklahoma. Nesse período, mantivemos contato, mas depois cada uma de nós passou por muita coisa, eu e meu marido nos mudamos de novo para a Virginia e perdi o contato com ela. Ainda tinha seu endereço e número de telefone, e então quando nós nos mudamos aqui para Oklahoma eu senti que precisava tentar restabelecer nosso contato. Um dia eu estava sentada aqui e tive uma visão dela, uma visão bastante breve. Pensei: “Meu Deus, o que os E.T's. estão fazendo agora?” Então ela desapareceu. Pensei em ligar para ela, telefonei e seu filho atendeu, dizendo-me que ela tinha falecido recentemente. Dei-lhe meus pêsames, sentindo choque ao pensar que ela já havia morrido, mas eu acabara de vê-la em minha casa. Eu perguntei: “Do que ela morreu?” e o filho respondeu “Ainda não sabem.” Mas ela sempre disse que o governo estava profundamente envolvido com os E.T.’s com os quais ela trabalhava, e acredito que essa informação seja verdadeira, porque lembro de ter visto homens uniformizados.

Editor: Teriam sido os extraterrestres nórdicos?

Ann: Sim. Na verdade, escute isso sobre os Greys. De acordo com o que ela me contou, eles estão divididos em relação ao que acreditam. Os Greys que trabalham com os nórdicos estavam do lado dos militares, e alguns Greys estavam no que eles chamavam de “o lado negro”. Eles tinham interesses secretos. Então, eles estavam divididos, de modo que nunca podemos saber, quando recebemos a visita de um Grey, quais são suas intenções. Ela me contou isso também.

Mas ela disse que o governo a monitorava, que quando ela estava em Biloxi eles invadiram sua casa e confiscaram todos os seus escritos e desenhos. Ela fazia esboços e relatos de todos os seus contatos, e acho que continuou fazendo isso, porque me contou que sim.

Editor: Ela tinha algum histórico de trabalho com as Forças Armadas?

Ann: Não.

Editor: E, mesmo assim, os militares a monitoravam de perto?

Ann: Sim, os militares... provavelmente o FBI ou CIA. Essa mulher tinha várias marcas por todo seu corpo onde eles fizeram implantes e várias coisas.

Editor: E você? Também tem marcas no corpo?

Ann: Sim, tenho. Fizeram marcas no meu corpo na primeira vez em que me abduziram, acho que estavam me examinando. Não posso realmente afirmar que me fizeram um implante. Acho que sim, mas não tenho certeza. Eu costumava ouvir um som de tique-taque esquisito ao redor da minha testa, perto da têmpora, o som aumentava e diminuía, como se estivessem calibrando, ou algo assim. Eu não sei. Mas há cinco ou seis anos não escuto o som. Faz algum tempo que não o escuto. Ou foi removido ou não está funcionando mais.

Editor: Então eu suponho que a partir desses contatos você decidiu tornar-se uma hipnoterapeuta e ajudar outros abduzidos.

Ann: Sim, fui para a Universidade St. John na Louisiana e estudei por um ano como hipnoterapeuta, e sim, eu agora ajudo os abduzidos.

Editor: Você disse em um e-mail que sua linha de telefone foi grampeada.

Ann: Sim, acho que foi, recentemente. Por um tempo, eu parei de trabalhar com qualquer abduzido e sobre qualquer coisa. Eu também faço leituras psíquicas. Quando nos mudamos para o Estado de Washington tirei como que uma licença e me afastei desses estudos por algum tempo porque ficou estressante para mim. Eu trabalhei para a companhia AT & T até ser demitida, Então, quando meu marido se aposentou, eu optei voltar a trabalhar com hipnoterapia, fazer leituras psíquicas, esse tipo de coisa. Então, quando nos mudamos para Oklahoma, eu pensei que tão logo pusesse a casa em ordem, tirasse tudo das caixas e pusesse no lugar, essas coisas, então eu tentaria novamente unir-me e trabalhar com a MUFON. Então, finalmente, sem mais nem menos senti essa ânsia por saber... saber se havia reuniões da MUFON aqui em Oklahoma. Então, eu visitei o site principal da MUFON na Internet, que me colocou no grupo da MUFON em Oklahoma, e fiquei completamente embasbacada. Susan Hill [Editor: Veja a entrevista do assunto de Fevereiro.] vivia aqui em Yukon naquela época, e acabávamos de nos mudar para Yukon. (rindo)

Editor: Está tudo interligado! [Editor: Essa é uma das expressões preferidas de Susan.]

Ann: Eu sei. Quando a contatei, ela disse “Nós compramos uma outra casa. Já estamos prontos para nos mudar.” Ela se mudou para a área noroeste da Cidade de Oklahoma. Então, foi assim que formei minha ligação.

Editor: Que bom. Interessante. Então, você se mudou de Mississippi para o Estado de Washington?

Ann: Bem, nós voltamos a morar em Virginia. Moramos na Virginia por vários anos. Meu marido, naquela época, trabalhava para a IBM. Logo, nós ficamos quase cinco anos no Mississippi, voltamos para a Virginia onde moramos por dois anos e então a IBM o mandou para uma tarefa no Estado de Washington, e de lá, fomos para Flórida onde ficamos dez meses, onde ele terminou um trabalho e, então, se aposentou. Nós viemos parar aqui em Oklahoma, em busca de algum lugar que fosse mais barato para viver. Nossa filha morava aqui.

Editor: Agora, você falou dos anos de 1991, 1992 e 1993, aqueles períodos, e em um e-mail você menciona Biloxi no Mississippi e um evento que aconteceu no ano de 1963?

Ann: Eu não lembrava disto até começar a ter meus contatos UFOs. Meu irmão mais novo e eu agora lembramos que fomos abduzidos por volta do ano de 1963, mas o fato deve ter acontecido em 1962, de modo que faz muito tempo. Eu freqüentava uma escola secundária e ocorreram muitos avistamentos sobre Missoula, Montana, e havia uma família que administrava uma fazenda no outro lado de uma colina, perto de onde vivíamos. Nós morávamos em um sítio muito pequeno, mas essa família era proprietária de uma fazenda que ficava no outro lado dessa grande colina. Eles diziam que os E.T.’s apareciam por lá todos os dias, todas as tardes, levavam seu filho e soltavam todos os cavalos. E havia também esse garoto que fazia entregas de jornais, que foi à casa do amiguinho e, subindo numa escada alta, dispôs-se a chamá-lo para irem juntos entregar os jornais, de manhã cedinho. Ele subiu na escada, bateu na janela do garoto e, ao olhar para baixo havia um ser Grey lá embaixo da escada, olhando-o. Foi um susto sem tamanho!

Mas, como eu estava dizendo, meu irmão caçula e eu fomos abduzidos e examinados. Ele é dois anos mais jovem do que eu, mas lembrou-se de sua abdução apenas no ano passado. Eu lembrei da minha abdução há mais tempo, mas nunca disse nada a ele por temer que, se interferisse com sua lembrança de algum modo, poderia mudar sua verdadeira recordação.

Editor: Então, você o deixou falar sobre a abdução primeiro?

Ann: Ele finalmente me contou. Meu irmão me disse: “Sabe, alguma coisa aconteceu quando éramos crianças e vivíamos em Montana.” Eu disse, “Sim? O que foi?” E ele falou: “Eu acho que fomos abduzidos por aliens.” Eu comentei: “Tem toda a razão.” Ele vive em Fort Worth agora, e no ano passado vivenciou experiências muito incomuns. Então, isso é algo entranhado em nossa família, se você quiser ver as coisas assim.

Editor: Talvez algo a ver com a genética ou algo parecido?

Ann: Bem, isto é possível.

Editor: Houve alguma coisa ligada com Biloxi, Mississippi nos idos de 63, ou isso foi depois?

Ann: Não. Isto aconteceu muito tempo depois. Mas eu tive uma outra experiência de contato e estou certa que ele era um E.T. Em Biloxi. Eu tenho uma fotografia, que você provavelmente viu, mas eu tenho uma das fotografias originais do Santo Sudário, uma face que poderia ser de Jesus, quando eu freqüentemente tirava fotos nos idos de 90. A fotocópia colorida não era muito comum na época e havia somente dois lugares que eu conhecia no sul do Mississippi onde podíamos obter tais cópias. Uma era em um shopping center e a outra era uma firma de engenharia em Gulfport, no Mississippi. Por algum motivo estranho, eu fui tirar fotocópias na empresa de engenharia para presentear as pessoas. Quando entrei lá, vi aquele homem realmente alto. Ele parecia emaciado, anoréxico, e trajava um paletó dos idos de 1950, de um marrom horrível e usava um chapéu como dos anos 50 também.

Editor: Ah, como os relatos que fazem dos MIB's.

Ann: Do tipo, mas MIB's, sabe, estão sempre trajados de preto.

Editor: Sim, mas eles são vistos freqüentemente trajando roupas antiquadas ou dirigindo carros antigos.

Ann: Exatamente. Bem, eu não pensei em nada disso quando o vi nesse lugar. Agora me deixe explicar como se chega de carro a essa firma de engenharia. Fica fora das estradas por onde todos andam. Não se pode estacionar simplesmente e caminhar por uma rua. Era uma estrada de cascalho. Havia um carro na entrada e achei que apenas um recepcionista estaria lá. Então eu o vi. Fiquei surpresa ao vê-lo nesse lugar. Então fui até o balcão, disse-lhe o que desejava, ele passou para uma peça lá atrás para tirar cópias das fotos e ver se poderia fazer o que eu queria, depois voltou e disse: “Essa é uma foto de Jesus na mortalha?” Eu disse: “É, isso mesmo.” Ele disse: “Bem, você sabe que é uma escolhida.” Eu dei um passo para trás, surpresa, olhei-o com atenção e sua energia era muito excêntrica. Ele perguntou-me: “Você acredita no poder da pirâmide?” Respondi que acreditava. Essa foi a primeira vez que eu ouvi falar da palavra “portal estelar”. As pirâmides de Giza eram portais estelares para Orion., segundo esse homem. Eu matutei: “Mas do que é que ele está falando? Eu não compreendo” Era quase como uma explicação científica sobre como percorrer o tempo e espaço e sobre a existência desse portal estelar ou portal dimensional dentro de outros mundos e outros sistemas solares. Então ele voltou-se, entrou na salinha das cópias, silenciou e eu disse: “Sim, é só isso o que desejo, quero dez cópias.” Ele fez as cópias e eu lhe disse: “Quer ficar com uma delas?” Sua resposta foi: “Ah não, agora tenho que ir.” Ele saiu pela porta, e não ouvi um motor de carro, então quando eu olhei para fora pela janela, não vi coisa alguma, saí e abri a porta e não vi nada. Não havia uma alma lá fora!

Mas eu tenho um amigo que conheço há muitos anos na Virginia. Ele e eu conversamos muito sobre os poderes das pirâmides e assim por diante. Assim, contei-lhe sobre esse episódio e ele me disse: “Nós iremos um dia. Nós iremos.” Eu disse que adoraria poder mesmo ir. Bem, nós fomos. Em 2001. Essa é uma outra história, as experiências que tivemos, e sendo seguidos por agentes do governo no lugar, e ai meu Deus, todos os tipos de coisas. Foi muito interessante.

Editor: Você viu algum UFO enquanto estavam lá?

Ann: Eu vi. Havia um homem que morava em uma aldeia a caminho das pirâmides cuja família descende de gente daquele povoado há mais de 2000 anos. Eu não conseguiria traçar as origens de minha família por tanto tempo. Ele vivia nessa casa de quatro pisos, com coisas distintas em cada andar da construção, e o topo do prédio era uma varanda, com assentos em redor. Ele ouvira dizer que estávamos por ali, então o taxista que contratamos para ficar conosco durante todo o tempo em que permanecêssemos lá nos disse que ______ queria nos encontrar. Então ele nos levou para a casa de _______ e subimos até o terraço, onde nos sentamos todos. O lugar tinha uma vista fabulosa das três pirâmides ao pôr-do-sol. Havia poucas nuvens no céu, mas nenhuma delas refletia o pôr-do-sol. Então, essa nuvem solitária que ficou lá até depois do entardecer emitiu um brilho vermelho e a nuvem ficou estacionada, desaparecendo de repente, depois que o sol se foi. Nós concluímos ter visto um UFO que se ocultava na nuvem.

Editor: Uau, tantas histórias!

Ann: Ah, sim. Eu tenho muitas histórias para lhe contar, e essa foi uma viagem muito interessante. O que queríamos fazer quando estávamos lá, eu conclui que precisávamos adentrar nas pirâmides e tocar um som com tom constante no seu interior. Nós havíamos gravado esse som e queríamos tocá-lo enquanto estivéssemos lá. Não conseguimos porque fomos expulsos. O Ministro das Finanças apareceu lá e não conseguimos realizar o que pretendíamos. Mas depois obtivemos permissão. Hawass assinou a permissão e nos deu licença para fazermos o que quiséssemos quando estivéssemos nas dependências da pirâmide. E então ano passado eu estava ouvindo Art Bell e ele entrevistava o homem que escreveu o livro As Chaves de Enoch, J.J. Hurtak, que contou que tinha entrado na pirâmide e tocado um tom que fizera vibrar toda a pirâmide e aqueles símbolos, mas não existem símbolos ou escritos nas pirâmides. Esses símbolos começaram a aparecer, todos eles. A cena foi interessantíssima. Gostaria de poder ter feito a mesma experiência.

Editor: O que vocês tocaram foi a mesma nota, o mesmo tom?

Ann: Ele tinha produzido três diferentes freqüências de tons. Um deles era o som que usamos.

Editor: De onde veio esse som ? De onde você o tirou?

Ann: Bem, o que fizemos foi usar um teclado eletrônico e tocar o som com tom Si bemol. O outro som foi Fá sustenido. Hmm. Qual foi o outro som? De qualquer modo, quando mantemos a tecla pressionada, ela toca um som constante.

Editor: Bom, então você gravou o som?

Ann: Sim.

Editor: Como você soube como fazer, no interior da pirâmide?

Ann: Fiz como achei que devia. Isto me foi transmitido. Foi como se eu tivesse tudo e então achasse que deveríamos fazer esse experimento.

Editor: Tudo bem, e então esse Jim Hurtak teve a mesma idéia?

Ann: Ele também teve essa idéia. Isto funciona, e de algum modo, altera a energia em seu íntimo e na pirâmide, eu presumo, e essa é apenas a minha opinião, mas acho que Hurtak sabia mais coisas e que aconteceu muito mais naquela experiência do que ele contou na rádio. Ele provavelmente não falará sobre o assunto porque muitos dos seus experimentos, pesquisas e estudos são financiados pelo governo e órgãos semelhantes.



Janglada

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