Monday, January 02, 2006

Contatos Aliens

Tradutor J.A



“As luzes por debaixo disto brilhavam seqüencialmente em vermelho, amarelo e azul. Todos nós observamos isto por três ou quatro minutos. Então, sumiu horizontalmente. Eu jamais esquecerei o silêncio mortal em nossa rua”.



“Quando eu comecei a ler o livro Contatos Aliens, me advém ter clamado “Eles não são visitantes. Eles são simplesmente Outros”. O que isso significa, eu realmente não sei”.



“Eles retroagiram no ar como se dobrasse uma página de um livro....”



“Nós estávamos sentados em nosso carro, religando o motor e compreendemos que não sabíamos porque estávamos fazendo isto. Mas nós fomos incapazes de parar”.



“Quando eu vi o seu livro, eu achei que o pobre autor nunca saberia retratar fielmente a descrição do ser na capa”.



“Eu sou um detetive de polícia de 48 anos de idade. Francamente, os livros me arrepiam. Me fale, se eu estou imaginando coisas”.





O que você está lendo é verdade



Isto é o verdadeiro testemunho de encontros pessoais



E, existe muito, muito mais.....



A verdade está aqui – para aqueles que ousam ler isto





Este livro de cartas poderia ser, possivelmente, a primeira comunicação verídica de um outro mundo que já foi registrado. Isto não passa de uma mensagem comum, mas alguma coisa muito mais intrigante: a divulgação disto traduz as vidas das pessoas que vivenciaram aquelas experiências e a determinação de discorrê-las.



O legado deles para o mundo é este: Aqui é a voz de uma outra realidade, estritamente falando, transcorrendo uma mensagem e uma promessa de que nós podemos compreender e proceder.



E não numa época muito recente: No presente imediato, os contatos imediatos são o mais incompreendidos, representados e marginalizados de todas as experiências humanas, e ainda, certamente entre os mais importantes. Em 10 anos, Lucy e eu, recebemos quase 2.000 cartas de testemunhas de contatos imediatos. Logicamente, que aquelas cartas contém a chave para tais misteriosos intrigantes contatos, e neste grupo de cartas, nós tentamos selecionar uma ligação da seção das cartas, que evocariam algumas ricas novas indagações e forneceriam muitas imprescindíveis respostas para algumas antigas.



O grupo de cartas deixará certos questionamentos para as pessoas por todo o sempre.



Primeiro, muitas pessoas acham que esta experiência somente ocorre com poucas pessoas. O simples fato de recebermos tantas cartas traduz que o número de pessoas envolvidas nos contatos imediatos é grande.



Segundo, dizem que os contatos imediatos somente ocorrem com pessoas apartadas. Se a esposa tem um contato, o marido não toma parte no contato. Realmente, a maioria dos contatos envolve mais de uma testemunha e as cartas traduzem isto.



Terceiro, alegam que os contatos imediatos são apenas lembrados sob hipnose. Nada poderia estar além da verdade. Em boas mãos, a hipnose pode ser um bom instrumento para ajudar as testemunhas a relembrarem suas lembranças dos contatos, mas a maioria delas se lembra do contato sem regressão.



Quarto, dizem que as pessoas reportam aquelas experiências para publicidade. Realmente, nós tivemos muita dificuldade, para até mesmo descobrirmos correspondentes que autorizassem que suas cartas fossem incluídas neste livro. As pessoas nos escrevem para desabafarem. Eles não pedem ou almejam publicidade.



Também tem sido dito que a experiência de contato é um resultado da epilepsia no lóbulo temporal. Isto foi falsamente declarado, por exemplo, na revista Alien, de que eu “afirmei” que eu tenho essa doença. Realmente, eu não somente disse isto, mas provei o contrário, realizando inúmeros testes médicos, e assim, declarei no meu trabalho. Nós incluímos uma carta neste grupo de cartas de um epiléptico que também vivenciou contato imediato na presença de uma outra testemunha: Adicionalmente, nós, intencionalmente, incluímos o testemunho de um alcoólatra, não devido a experiência de contato imediato que está mais associado com essa doença do que com a epilepsia, mas porque isto indica, que não prejudica a indução nem anula a experiência de contato. Isto também contém elementos de análise de inúmeras testemunhas.



Alguns ufólogos tentaram instituir a teoria de que todas as experiências de contato imediato são, mais ou menos, idênticas envolvendo pessoas sendo levadas a bordo de naves, examinadas e violentadas sexualmente. De fato, enquanto o contato sexual é comumente reportado, esta áspera afirmativa é muito rara exceto entre pessoas que foram sujeitadas aos auspícios de certos pesquisadores. Nós raramente recebemos cartas descrevendo esta experiência, exceto no contexto da mais excêntrica e intrínsica interação.



Até, recentemente, o grupo de cartas que a fundação Alien possui, era o mais simples forte argumento de que a experiência de contato imediato era muito real e totalmente incompreendida. Nós não publicaríamos as cartas, embora, porque achamos que seria inconsistente rejeitá-las e esnobá-las. Isso ainda acontecerá, mas para fazê-lo agora, aqueles que negam tal realidade, mentiriam, vastamente. Isto porque outra afirmativa surgiu, calcada em prova material, que talvez agora seja aditada para a controversa torrente de historietas.



Por anos, as testemunhas dos contatos imediatos disseram que seus visitantes siderais implantaram objetos nos seus corpos. Em 1996, aqueles objetos começaram a serem localizados, removidos e estudados em laboratório. O Instituto Nacional para Descobertas Científicas, usando as instalações do Novo México Tech, desvendou que alguns implantes removidos pelo Dr. Roger Lier e outros, possuem metal altamente magnetizado, revestido com um tipo de mineral que teria a ação de impedir a rejeição orgânica. Outros que foram descobertos pelo Dr. Lier revestiam-se de membrana feitas da pele retirada dos abduzidos. A Fundação Alien vem se correspondendo com outras fundações para estudar tais objetos, usando as instalações de vários institutos de pesquisa do Novo México. O primeiro implante que eles estudaram provou ser impossível de se explicar por meios científicos conhecidos. Além da regressão como um bom instrumento quando executado sabiamente, uma pessoa alegou ter lembranças dos contatos, e ao ser regredida foi questionada se poderia se lembrar de alguns implantes sendo inseridos no seu corpo. Sob hipnose, e somente então, ela descreveu um certo evento. A área então, foi radiografada e o objeto localizado e, posteriormente, removido.



Isso bem que ensinou o criticismo que tem sido alvejado contra a realidade do fenômeno do contato imediato e contra os poucos instrumentos que são efetivos em nos ajudar a aprender sobre o mesmo, bem como pela regressão que com arrogância e ignorância é uma grave violação moral, um assalto contra o avanço do conhecimento humano.



Como se os implantes desvendados não fossem suficientes por todas as noventas, centenas de horas de gravação de filmes de Ufos surgindo ao redor do mundo, a maioria feita por amadores e no contexto de grandes contingentes de pessoas. Tal vídeo encerrou o debate sobre a possibilidade ou não de objetos desconhecidos estarem circulando sobre o nosso céu: mas eles estão. E coligindo aqueles dois desenvolvimentos, eles mudaram totalmente a conjuntura com respeito ás cartas. Isto está isento de qualquer validade empírica. Alguém ou alguma coisa desconhecida, operando no contexto de superior teatro e grande segredo, tem se aproximado de nós.



As cartas nos provêem com uma observação pura e significado eficaz de entendimento da mensagem que aqueles outros muitos relatos bizarros, talvez nos noticiam. Isto não é uma mensagem que pode ser escrita sobre um letreiro ou explicado em simples epítomes vocábulos, mas isto é intrigante para qualquer um.



Como percorremos desde uma história bizarra para a seguinte, uma cena plena emerge. Novamente, a testemunha do contato imediato possui sua compreensão do mundo que o circunda, fragmentada. Ela está revelando para si mesma, um novo caminho, onde o mundo que o circunda finda para sustentar o conhecido significado pelo qual ele o definiu, e que toma parte em mistério. Ele é desafiado por interrogações que ele não pode compreender e responder. Novamente, a desculpa será feita naquelas cartas: me ajuda, eu estou confuso, eu não posso compreender isto. Lá, somente pode existir um motivo para tal desorientação. No profundo nível da mente, tão profundo que é até mesmo difícil de se lembrar, o que ocorreu lá, os visitantes aliens tem motivado estresse, isto é, muito estresse.



Porque eles estariam fazendo isto? Isto é uma tentativa para levar o ser humano, inconscientemente, a insanidade? Logicamente, que não. Um empenho para nos prejudicar poderia ser empreendido sem nenhum esforço, como as ações que estão sendo realizadas no trabalho dos visitantes. Quando as espécies estão muito tensas, elas desmoronam. Elas se extinguem. Menos estressadas, elas progridem para encontrarem novos hábitos. Não existe prova de que os visitantes aliens estejam motivando estresse na humanidade. Ao contrário, o número de cartas que nós recebemos relatando até mesmo menosprezo com os ferimentos físicos são poucas. Nós ainda não recebemos uma carta relatando surgimento de demência, após um contato imediato. Logo, se o contato não é perigoso, mas estressante, qual é o motivo do estresse? Novamente, as cartas provam o seguinte: o estresse motiva a mais profunda amplitude mental que nós já testemunhamos. Nós já não sabemos o significado dos requisitos da mente e do espírito que nos revolve, em resposta da presença dos visitantes siderais. É muito simples alcunhá-los de poderes psíquicos, mas isso exclui o fato de que eles devam ter alguma base na realidade ou eles não existiriam. Mais do que a habilidade para visualizar coisas longínquas, viajem astral, regressão e progressão temporal, levitação, recordação de vidas pregressas e ler a mente dos outros, as testemunhas dos contatos imediatos começam a aperceberem-se numa completa nova senda.



Tal experiência parece no âmago o resultado de uma tentativa de despertamento do nosso próprio verdadeiro potencial, para nos capacitar a compreender, que nós temos sido seduzidos por uma mentira e para sacudir as correntes desta mentira que está empilhada sobre os nossos ombros.



A mentira é que o homem é fraco, estúpido e inferior e que o espírito humano é culpado ou perverso ou, simplesmente, inadequado. Cientistas, acadêmicos e a mídia se baseiam incitando um insensato comentário crítico contra o pior e o espírito humano: você é desalmado, insignificante, suas ações são pecaminosas, pior não dizer, perversas. E a história desumana parece superficialmente reforçar tal ladainha de acusações. A comunicação do além que está escrita naquelas cartas é totalmente ádvena. Isto diz que o homem é muito mais do que o corpo físico, e que a vida é repleta de significados, ainda que não desvendados, e que os seres humanos são seres de valor inestimável.



O tédio, o sofrimento das pessoas é o resultado da barreira de mentiras que nos revolve, atordoando-nos, passivamente. Eles são consumidores notáveis, porque estão insatisfeitos e procurando realizar uma caçada que pode ser preenchida. Não importa quão excêntrico pareça, quão veloz o carro seja, quão sedutor seja o mais novo amante, o consumo de bens materiais não pode substituir a auto-descoberta.



Nós somos uma raça carente e os visitantes aliens estão aqui com uma mensagem de esperança: você pode abrir os seus olhos e você verá um espelho. Este é um espelho mágico, para o mesmo refletir somente a verdade. Isto lhe revelará como você é: um ser tão rico com potenciais incompreendidos, que você fica, literalmente, atemorizado consigo mesmo.



O ser humano está olhando para cima, procurando descobrir um modo de escapar deste mundo agonizante e demonizado. Aquelas cartas traduzem a existência de uma força nos chamando, procurando em nosso nome fazer o que nós não podemos, que é reconhecer o nosso próprio verdadeiro valor e nossos próprios legítimos poderes.



Através dos anos sofrendo como o “Homem Abduzido” a ´´única coisa que me mantém trilhando tem sido o amor que eu tenho pela minha família e as cartas que eu tenho recebido. Semana após semanas, por 10 anos, nós abrimos afeiçoados, relatos após relatos, e eu ouvi uma canção soando em notas de puro ouro; Nós somos vizinhos aqui, nós estamos compartilhando o mistério com vocês, nós lhe ampararemos. Como eu tenho suportado mentiras, ataques perversos, um após outro, fitando entremeados a insciência e o medo, para juntos nos tornarmos os seres humanos estúpidos e malignos, este é o testamento que eu tenho para me basear.



Portanto, eu tenho reunido este grande grupo de irmãs e irmãos do desconhecido, e quando eu saio na escuridão para encontrar os visitantes, eu caminho junto com eles. Mas isto não foi com eles, mas eu não vejo como eu poderia continuar minha busca. Em algum ponto, eu cairia e não me reergueria sem precisar me levantar, mas pela fé neles que eu o faria.



Nas cartas existem pessoas que comentam a origem deles, numa autêntica consciência não-humana. Entre eles está o fenômeno do Sedan preto que, inexplicavelmente, hospeda uma criança; e o efeito sicário que os leitores são tomados pelo o que parece ser como os gangsters da década de 20; e a aparição de corujas que, normalmente, prenunciam a chegada dos visitantes. Enquanto passeando de bicicleta quando criança, uma testemunha foi realmente atropelada por um dos carros misteriosos, e aparentemente, morreu. A narração de sua história é uma prova impressionante de quão pequeno nós nos compreendemos e o mundo que nos revolve. A fisionomia de uma criatura de olhos grandes, acompanhado por dois seres pequenos azulados, também ocorre mais de uma vez naquelas cartas. Por que deveria um certo detalhe bizarro ser lembrado, á menos que as pessoas estivessem reportando alguma coisa que realmente viram?



Toda a experiência de contato imediato possui a textura do improvável que nasce além do contexto normal do “Contato Alien”. Se isto é contato com os aliens, então, eles são até mesmo mais bizarros do que os seres bizarros que nós poderíamos imaginar. Eles não jogam as regras de realidade mas de sonho; eles não são limitados pela esmerada lei da física, mas por algumas áreas incultas da imaginação. Aqueles de nós que os vêem, possuem a temeridade ultrajante para reportar, que nós somos rotulados como “Contatados Aliens” pela mídia, e logo, questionam interrogações insanas como “De que planeta eles vêem?” e “Qual é o planeta deles?.”



Eles me disseram que vinham “de toda parte” e os seus nomes, eu acho que não são mais fixos do que o vento. Eles me disseram porque vieram até a Terra, de tão longe, “Nós observamos um brilho”. No momento, eu achei que isto significava as cidades á noite, mas agora eu acho que isto foi os humanos quem eles observaram, nossas almas em brasas, e eles sabiam que nós tentamos evoluir, brilhosamente. Portanto, existem aqueles que consideram os visitantes aliens perversos e perigosos. Eles desprezariam pessoas como eu, e as cartas como aquelas em nome da grande compreensão insana de que é melhor deixar a humanidade insciente. Mas a ignorância em si mesma é perigosa, e o que nós precisamos fazer é compreender tudo isto, para que possamos parar de sermos passivos e agirmos.



Este é o momento para aqueles que negam a existência do desconhecido para mudar seu conceito; e existe mais alguém aqui e nós que não compreendemos, porque ou o que eles são. Quando você ler aquelas cartas, desvendará todo o questionamento que você já fez sobre os visitantes aliens em questão. Você os observará operando dentro de um contexto que é totalmente imprevisto e longínquo, para não ser proferido na literatura: os visitantes e a alma de nossa própria mente parecem de alguma forma entremeadas. Existem nas cartas algumas histórias incríveis de contatos com amigos e parentes falecidos, incluindo uma de significado controverso. Mais de um texto aborda projeção astral e desvenda o que é essencialmente um outro mundo, com alguém munido com a tecnologia dos visitantes. No mundo da alma, até mesmo os maquinários são construídos de verdade. Logo, isto é o que impulsiona as naves que parecem seres vivos, e também histórias comentadas por militares de queda de naves e a necessidade de “proteger o nosso espaço aéreo dos aliens”, como se um grupo de homens insanos, indefesos, tentasse descrever pelo toque, o que deve ser realmente visto. De fato, todo o folclore de contato alien existente atualmente, parece mais como a descrição de criaturas bidimensionais no formato de uma bola passando através do seu uniforme mundo: ela parece somente uma linha ondulada. A descrição é perfeita, mas não até começar a explicar exatamente a realidade da bola. Realmente, isto não pode existir, porque um ser bidimensional não pode suportar um objeto tridimensional.



Estas cartas fornecem uma intrigante e incrível emocionante declaração do espírito e da mente humana. Focalizado, embora ele talvez esteja em três dimensões, o homem não está totalmente restrito ao tri-dimensionalismo. Além disto, as cartas fornecem provas que embora imperfeitas e deficientes, nós possamos vê-las.



Apesar do clamor implacável de cientistas, repórteres e intelectuais apinhados com a dialética marxista, e ainda leais para esta honrada negação da graça humana, a verdade é que a mente humana pode tornar-se maior. Nós podemos adicionar tempo para as formas mundanas e enxergar além, e ir além. As cartas nos chamam; elas tocam uma canção gloriosa: você é mais do que você pensa, preste atenção na mensagem dos visitantes: olhe para cima, reerga-se, ascenda na sua própria autêntica humanidade e encontre-se nas estrelas.



É totalmente clara que esta mensagem é de um mundo superior: não que nós não possamos nos juntar, mas que nós podemos; não existe um lugar onde nós não sejamos bem vindos, de onde nós estamos. E então, você lerá novamente em meio de todo o medo e confusão e afeiçoado desespero da não respondida pergunta, o habitual local de chamada dos visitantes.



Isto é uma chamada final, de criança para criança, sobre uma bela tenra manhã: Desperta humanidade, venham, junte-se conosco, e assim fazendo, junte-se para a maior e simples alegria que o revolvem.







Visitante no Sedan Preto





Em outubro de 1.979, eu busquei minha namorada (que é atualmente minha cônjuge) por volta da meia-noite. E partimos para um estacionamento, como fazem os jovens. Nós morávamos numa comunidade de uma fazenda rural quando rumamos para um lugar ermo no final de uma estrada cascalhenta. Onde haviam duas casas situadas á mais próxima á 200 pés de distância. Quando surgiu um farol ao longe.



Nós ficamos estacionados pouco mais de uma hora, e ao observar pela janela do motorista, observamos um carro estacionado á nossa frente. Parecia com um modelo antigo de carro da década de 30, de tampouco cor preta ou cinza. Mas, bizarro foi este carro estacionar, silenciosamente. Então, nós vimos uma criança pequena de pé do lado do carro com não mais de 4 pés de altura. Nós ficamos assustados, porque não acreditávamos no que estávamos vendo, uma criança solitária naquela hora da madrugada. Lá de pé nós olhando portando um objeto metálico como um bastão. Ele trajava algo parecido com um pijama juvenil revestindo-o da cabeça aos dedos dos pés. Deixe-me dizer que este ser tinha uma aparência extraterrena.



Nossa primeira impressão deste pequeno bizarro ser foi estarmos testemunhando o fantasma de uma criança que sucumbiu num acidente de carro. Naquela noite não havia lua, mas nós percebemos uma luz sobre nós. O ser caminhou na frente do carro esquisito, balançando o bastão para trás e para frente, como um pêndulo. E, rumou para o lado direito do passageiro e pulou dentro do carro. Não havia porta para ele abrir, como um carro simples.



Pouco tempo depois de estar dentro do carro, ele novamente reapareceu de pé no lado do motorista, onde o avistamos. Enquanto isso, nós ficamos conversando sobre a possibilidade disto estar ocorrendo. Neste momento, nós não ficamos apenas assustados, mas em estado de choque. A próxima coisa que sabemos é que o carro desapareceu com o alien e tudo. Eu não lembro quanto tempo a fonte de luz permaneceu sobre nós, depois que o carro sumiu, mas nós achamos que a fonte de luz permaneceu pouco tempo depois, disto partir.



Nós então indagamos: Poderiam os visitantes aliens usarem carros falsos para acercarem-se dos seres humanos?







Lembranças da Infância







Eu sou uma jovem de 53 anos de idade, mãe, avó e psíquica. Eu tenho boa saúde e gosto de supor que sou razoavelmente sana. Eu fui abduzida várias vezes á noite pelos aliens, quando era criança. Eu acordei com uma voz me chamando pelo meu nome. Então, caminhei pela porta e desci para a sala anexa e os aliens me aguardavam de pé no fim da escada. Eu ainda posso ver suas formas, e sempre ficavam dois deles na escada. Aquelas visitas pararam quando eu estava com quase onze anos de idade. Quando eu falo sobre a minha vida, eu guardo aquelas lembranças intimamente, me lembrando delas como “sonhos infantis.”



Há seis anos atrás, eu tive um contato incrível com uma outra visita. “Ela” me disse que os aliens me passariam informações e dons, e que me permitiriam lembrá-los. Meus contatos são físicos e espirituais e minha vida depois disto mudou, profundamente. Eu acho que me implantaram algum tipo de dispositivo no meu ouvido esquerdo por causa do zumbido, zunido e sons de estalos que eu ouço. Este também é o lado de minha cabeça que eu canalizo informações. Eu radiografei duas vezes o meu pescoço há dois anos atrás e descobriram que eu tinha um pedaço de vértebra no meu pescoço. Meus olhos também são muito sensíveis a luz.



E sobre os meus dons! Eles me disseram que eu poderia pintar mesmo que eu não me interessasse pelo mundo da arte. Eu achei que isso fosse mentira. Então, eu comprei dois pincéis e algumas cores de tinta. Eu descobri que eu não somente conseguia pintar, mas que era mestra nisto. Eu vendi a minha primeira pintura sem moldura por $150. E quando saí para vender quatro quadros, eu mostrei para algumas mulheres e os vendi quase tão rápido quanto os pintavam. Então os aliens me disseram, que eu poderia escrever poesia. Eu tentei escrevê-las e agora tenho quase vinte trabalhos publicados. Eu não acho que eles me concederam aqueles talentos, mas que foram despertados, lucidamente. O incrível é que eu nunca fiz alguma daquelas coisas. O excêntrico é que eu trabalho somente tendo a oitava série. Eu descobri que tudo que eu quero aprender é simples. Minha habilidade psíquica despertou.



Os seres aliens são muito espiritualizados e veneram todo o universo. Eles acreditam que tudo que existe é de Deus e é Deus. Eles crêem que todos os seres físicos possuem uma alma e um corpo, e que o corpo tem consciência assim como a alma. O corpo e a alma são um elo de compreensão e ajuda mútua. Eles não compreendem a morte como nós. Eles dizem que nada morre, mas torna-se algo mais, e acreditam que até mesmo o universo está em contínuo estado de transformação. Eles não compreendem o motivo de nossa cultura descartar Deus ou porque nós achamos Deus como algo externo, em vez de nos afinizarmos com o Deus, que nós realmente somos.



Meu último contato físico com os aliens foi há 7 meses atrás, quando eu fui levada para uma instalação subterrânea. Lá, me disseram, que um grupo aliens estudava pesquisa genética sobre anormalidades ósseas, inclusive câncer ósseo. Me disseram que quase a metade de todos os médicos avançaram na descoberta de curas nos últimos vinte anos como em decorrência de suas pesquisas. Esta pesquisa é passada para aqueles que a usarão para o benefício da humanidade.







Três Dias para Um Outro Mundo







Danny, eu gostaria de lhe dizer, que eu admiro a sua coragem e também lhe agradecer por escrever os livros de Abdução. Eu também me refiro a Senhora Lucy por ser tão digna em ser reconhecida quanto o Senhor, com relação as experiências de contato que vocês vivenciaram. Eu sei que você recebeu muitos e-mails de pessoas procurando saber “todas as conhecidas respostas” que eles acham que somente você tem. Eu não quero ser uma daquelas pessoas. Eu gostaria de lhe relatar, sucintamente, sobre o meu contato com os “Visitantes Siderais.” Eu fui levado por eles por quase três meses, e realmente isto ocorreu na noite seguinte após ler o seu último livro Abductions. Eles me contatavam, ao menos, duas vezes no mês. Eu não sei porque eles me querem tanto, mas acho que eles precisam de mim para ajudar uma outra pessoa a realizar suas tarefas. A outra pessoa é o meu melhor amigo Tonny. Ele foi levado pelos aliens com 28 anos de idade. Mas agora, ele se sente bem ao saber que alguém o compreende e o entenda. Eu acho que o Senhor gostará de ler esta carta. Eu estou feliz em poder ajudar o meu amigo Tonny.



No mês passado, Tonny e eu fomos levados para uma nave – era uma nave pequena, não do tamanho da primeira que eu havia estado antes. Nos foi dito que havia trabalho a ser feito e que precisaríamos auxiliá-los (por eles, eu quero dizer os Grays.) Nós fomos levados por 3 dias. Nesta nave estava Tonny, um ser híbrido, 5 Grays, um ser azulado e eu. Então, nós fomos para um planeta bonito (eu acho que isto era um outro planeta) que era muito quente. Era difícil de se respirar. Me lembro de ter visto uma flor e almejado pegá-la. Mas, coibiram por ser nociva. Então, nós fomos para um local onde havia uma mesa. Era muito arborizado, mas sem insetos e animais. Tonny se lembra de ter pego uma fruta numa árvore que lembrava uma romanzeira. Os Grays nos disseram que poderíamos degustá-los sendo inofensivos. Lamento esquecer a tarefa que fizemos lá, mas lembro de terem dito que nós (eu quero dizer a todos que nós estávamos na nave) realizamos um trabalho magnífico. Então, voltamos para a nave e fomos para casa. No caminho de casa, eu lembro de ter questionado muitas perguntas.



O ser azulado se aproximou de mim e disse ”Você gostaria que eu agora respondesse as suas perguntas”?



Então, eu disse que sim. Logo, um dos Grays nos levou para um terminal e o ser azulado colocou suas mãos sobre um painel de controle. E me permitiram observar tudo o que eu quisesse? Então, eu vi diversos seres, planetas e plantas. Isto foi estonteante! E antes de chegar em casa, o Gray se aproximou de Tonny, e eu disse que nós havíamos alcançado um “Alto Posto” pelo bom trabalho que realizamos no planeta. Nós não sabíamos o que isto significava. E a próxima coisa que eu sei é que eu já estava acordado em casa. Pelo relógio, nós perdemos somente uma hora do nosso tempo! Como poderia ser?



Você deve estar entediado com a minha história. Mas eu sei que você e sua cônjuge são muito ocupados. Lamento ter tomado o seu tempo. Minha única pergunta é: Por que os visitantes aliens nos concederam liberdade de ação na nave? Eu e Tonny até mesmo demos algumas ordens! Eu estou muito atordoado. Mas os aliens nunca nos feriram e assustaram.







O Inicio de uma Luta





Eu acho você muito talentoso e corajoso em escrever sobre os aliens. Eu acho que eu não poderia até mesmo falar deles para os meus vizinhos, mas deixe em paz o mundo. Eu sou uma estudante e não ousaria falar deles na presença de ninguém. Eu me deparei com os aliens há poucos anos atrás. Eu agora sei que eles fizeram parte de mim toda a minha vida. Eu tenho 30 anos de idade, e tenho várias lembranças deles. Eu até possuo uma cicatriz no meu joelho que os aliens fizeram. Os médicos examinaram dizendo ser uma “Cirurgia no Joelho” e não acreditaram quando eu disse que nunca havia operado o joelho. Eu também tenho uma cicatriz na amígdala, mas ela nunca foi extraída. Eu tenho medo dos visitantes aliens, mas também estou intrigada. Eu detesto como eles nos seqüestram á noite, quando estamos dormindo. Não seria ruim nos abduzirem quando estivéssemos acordados. Eu também sinto o medo deles de nós.



Minhas lembranças são como “sonhos vívidos.” Eu acordei e sobressaltei ao regressar novamente para casa. Eu sinto algo indistinto, nebuloso e elétrico, quando estou com os aliens. Naquele momento, eu fico confusa, e eles agem como se eu os conhecessem. Eles também nunca me feriram. Quando eu tenho aqueles sonhos, eu posso tocar, cheirar e até mesmo sentir o sabor do lugar que me revolve. Inicialmente, eu achei que eram sonhos alienados, mas eu nunca tive tais experiências insólitas e reais nos meus sonhos. Eu tenho visto os pequenos Grays e seres que se parecem com os seres humanos, exceto os seus olhos que são de alguma forma um pouco distintos. Eu não tenho certeza porque eu acho isto. Normalmente, eu vivencio juntas tais experiências de contato, mas não compreendo suas ligações entre si. Você sabe se existe uma ligação entre elas?



Toda a minha família já teve diversos contatos. Até mesmo minha filha conhece os aliens. Eu nunca falei a respeito dos aliens na sua presença, mas ela os alcunha “as pessoas marrons.” Eu não sei porque ela chama os aliens disso, mas ela diz que eles se parecem com pessoas inseto (quem ela os alcunha de “monstros”). Ela confunde as cores cinza e bege, e os chamam de marrons. Ela me disse que eles usam roupas marrons, mas lhe mostrei como exemplo, a camisa acinzentada. Ela disse que eles brincam com ela de dança e que eu dormi numa “cama” deles enquanto me observavam. Primeiro, eu não sabia se eu acreditava nela ou se ela inventou isso. Então, numa noite meu pai ligou as luzes do nosso quintal, e ela levantou da cama, emocionada, e disse “Meus amigos estão aqui.” Isso foi quando eu comecei a acreditar nela. Ela também disse um nome que eu desconhecia, mas vislumbrei depois num livro ufo que eu lia. Isso me assustou! Ela também tem uma cicatriz similar á minha no joelho, e não sei como ela adquiriu isto.



Me incomoda saber que os aliens realizam coisas que machucariam a minha pequena garota. Ela disse que eles falam sem mexerem a boca, e que os ouvem na mente. Ela demonstrou isso apontando entre os seus olhos e a testa. Ela disse que “as pessoas marrons” são bonitas, mas os monstros são perversos, porque a machucam com uma faca e lhe assustam. Ela descreveu a faca como uma varinha com uma luz na ponta. Eu vivenciei diversas coisas com eles. Primeiro de tudo, eu nunca estive num avião, mas voei com aqueles aliens. Eu lembro de ter olhado de uma janela para baixo e ter visto carros circulando. Eu consegui até ver as pessoas pelos pára-brisas. Mas eles nunca nos viam, sem saber porquê. A nave viajava muito rápido, á cerca de 55 milhas p/hora, e nós passamos bem em cima das ruas e postes de luz. Num dado momento, a nave passou sobre um obstáculo alto e eu senti o movimento. Eu lembro de ter sentido mais do que eu imaginava. No que quer que eu estivesse, isto era imenso!



Na nave havia um homem idoso com cabelo branco-loiro ou pelo menos, foi a idade que eu percebi que ele tinha. Ele tentou me explicar porque estavam viajando devagar e permanecendo lento e como eles faziam isto. Ele me disse que eles precisavam ir num certo local. Isto foi muito técnico para mim. Ele também disse que eles podiam anular a gravidade e demonstrou isso revolvendo os seus braços. Eu nunca compreendi muito isto, porque era muito complicado. Este homem expressou a felicidade em me ver após todo esse tempo. Eu não o reconhecia, mas achei tê-lo conhecido em alguma outra época. Ele me disse para eu continuar estudando e que me diria no momento certo, para eu fazer algumas coisas. Ele passeou um pouco comigo na nave, e até mesmo me mostrou como funcionava o banheiro. Ele me explicou que não havia gravidade no espaço, e como isto funcionava para esse propósito. O banheiro me lembrou uma mixórdia de um boxe com uma geladeira. Eu sei que isto é doidice! Haviam outras pessoas na nave como eu, mas todos estavam sentados nas cadeiras como zumbis. Neste instante, eu disse para mim mesma, que eu não estava tampouco sonhando ou perdendo a lucidez. Ele me observava como soubesse o que eu pensava e isto era surpreendente. Ele não deixava eu olhar diretamente para ele, e ao fitá-lo se esquivava. Ele me disse que “designaria um tutor” para que eu começasse a aprender alguma coisa. A última coisa que lembro é que ele me sentou e me apontou na testa uma varinha prateada com um tipo de bulbo na ponta. Eu vi luzes cintilantes e a próxima coisa que eu sei é que eu estava acordada na minha cama. No momento, eu pensei que isto foi um sonho e contei para minha família sobre este meu “sonho excêntrico.” Então, duas semanas depois, eu tive um outro contato. Sempre que eu deitava á noite, eu encontrava esta “mulher” me lecionando algum assunto simbólico. Eu nunca a vi, porque ela ficava de pé atrás de mim, e não me deixava virar. Eu estudava este assunto por muitas horas. Eu acordava de manhã exausta. Isto prosseguiu por quase duas semanas. Naquela época, eu fiquei tão exausta, que a implorei para me deixar sozinha para descansar. Então, as lições pararam. Eu comecei a me sentir melhor, menos cansada, e logo, ela voltou a me ensinar mais coisas. Eu senti que eu estava perdendo a lucidez. Eu lembro que aquelas lições abordavam sobre alguns tipos de símbolos, e que era para eu dizer o que eles significavam. Eu não posso me lembrar exatamente o que eu aprendi, se isso foi o que ocorreu. Mas, depois disto tudo, eu me senti diferente. Minhas lições na escola ficaram fáceis. Minhas notas boas demonstraram isto. Eu não tinha que estudar muito, pois me lembrava de tudo.



Eu nunca comentei isto para ninguém fora de minha casa. Eu até mesmo nunca mencionei isto para outros parentes. Eu sou uma adulta, mas temo a escuridão. Isto me faz sentir um pouco mais normal em saber que eu não sou a única no mundo que experienciei aquelas coisas. Eu conheço vários devotos que me disseram terem vivenciado aquelas experiências, e dito que os visitantes são perversos. Eu não sei porque, mas estou triste com os aliens. Talvez, tenha ocorrido alguma coisa comigo para ter essa cicatriz no joelho, mas se eles fossem perversos, eu já estaria morta, agora. Eu não acho que um demônio ameaçaria uma pessoa cordialmente, nem ajudaria a alcançar uma melhor compreensão de si mesmo.







Visitantes nas Árvores



O evento que eu narrarei aqui, ocorreu em nossa casa, numa longínqua comunidade rural. A casa tem duas janelas e está edificada numa colina íngreme para se ver pela janela do segundo andar, os topos das árvores que crescem perto da casa.



Tudo começou por volta das 21:00 hs da noite, com o que eu achei que fosse um carro grande com faróis fulgentes adentrando na entrada de nossa garagem. Eu lavava os pratos do jantar enquanto olhava pela janela da cozinha a entrada circular de carros, e sem avistar nenhum, não me preocupei e fui dormir.



Nós dormimos até as sete horas da manhã, e quando voltei para a cozinha para aprontar o café da manhã, observei pela janela da cozinha uma mulher trajada com uma blusa vermelha de couro entrando na cocheira. Ela trajava calça branca e segurava um bastão comprido. Então, pedi a minha filha para ver quem era e voltou dizendo que não havia ninguém. Então, eu vi um homem saltitando perto da casa com 8 pés de altura, logo correndo para as árvores. Ele era pequeno, de cabelos castanhos, e parecia quicar de um modo distinto da gravidade.



Depois, eu saí para fazer compras e retornando, meu marido disse: “Existem pessoas nas árvores!” Nós tentamos falar com eles, mas sem sucesso. Então, meu marido e eu fomos para a varanda ver as crianças os chamando nas árvores “Desçam, nós não os machucaremos.” E quando eu olhei, observei que quem quer que estivesse lá em cima, havia construído algum tipo de plataforma. Então, fomos para o segundo andar, observar pela janela do quarto os seres que nós tentávamos chamar lá de baixo. A segunda janela situava-se justamente na mesma altura das árvores, para que nós ás observássemos sobre um nível plano. As árvores que eles estavam ficavam próximas da janela á quase 16 ou 20 pés de distância, para que nós os observássemos, nitidamente. Então, eu disse para a minha filha, “Você está vendo o que eu estou vendo”? Ela disse, sim, mamãe, existe dois deles lá. “E o que é esse ser vindo com isso na cabeça”? Eu achei bonita a antena espichada com uma bolinha no lado esquerdo da cabeça de um dos seres. Um deles parecia ligeiramente oriental e o outro mais americano, mas pequeno e com um bigode castanho. Um deles usava uma jóia bonita – isto era um colar com vários metais de todas as cores: prata, dourado, platina, verde, vermelho, roxo e preto. Nós somente os observávamos acima do tórax, porque os galhos e as folhas ocultavam parte de seus corpos. Eu tive a impressão que eles monitoravam tudo: nosso terreno, o ar, e quem sabe, as nossas ondas de rádio.



Visto que eles continuavam incomunicáveis, nós descemos e saímos novamente de casa. Eu me encorajei para descobrir mais e busquei o nosso cachorro Rottweiler. Segurando-o pela coleira, eu investiguei por debaixo das árvores. Quando me assustei ao ver dez ou doze pares de pernas com calças brancas, que logo fugiram para o alto da colina. Então, eu soltei o cachorro e retornei para casa, quando vi uma mulher com a mesma fisionomia que você descreveu nos seus livros. Ela trajava uma blusa esverdeada e era muito comprida e magra para ser humana. Então, ela subiu pelo galhos de uma das árvores perto da casa. Então, eu disse “Você não tem o direito de fazer isso sem a minha autorização; você deveria ter solicitado.” Logo, eu compreendi esta inconsistente acusação e abri a porta e entrei em casa. E quando eu fui para o segundo andar, consegui observá-la pela janela do banheiro. Ela era diferente de tudo que eu já vi. Seus braços eram compridos e inacreditavelmente finos e trajava algum tipo de gorro aeronáutico feito de um couro macio de cor fauno do tipo que os pilotos usavam na moda antiga, quando deixavam a cabina do piloto dos antigos aviões. Ela também usava óculos de aviador da mesma época, embora com as lentes moldadas para os grandes, olhos oblíquos. Não me advém se ela tinha uma boca ou um nariz. Ela trajava luvas macias e sua blusa era fechada na frente com algum tipo de fecho. Ela queria me filmar me apontando uma máquina escura bizarra. Então, imediatamente, entrei no boxe e fechei a cortina o mais rápido possível, e quando meu marido entrou. Eu disse, “Você a viu”? e ele disse que não, mas tão determinada a desvendar mais, eu deixei o banheiro, saí de casa, passei pela frente do jardim e corri para o pasto da propriedade. Lá eu vi o mais incrível ser da minha vida. Era quase indescritível – um ser prateado, cristalino, como eu havia descrito, anteriormente. Eu permaneci lá de pé apavorada á três pés de distância do ser.



Tanto as crianças quanto eu, ficamos um pouco descrentes sobre o que realmente ocorreu durante o restante do dia. Nós lembramos que ás 16:00 hs da tarde, chegaram dois amigos para verem as pessoas nas árvores. Eu insisti para eles subirem comigo no segundo andar da casa para olharem pela janela, mas em vão.



Na manhã seguinte, quando fomos para a praia, notamos que os pássaros retornaram para as árvores. No dia anterior não havia nenhum. Minhas filhas e seus amiguinhos e o meu marido e eu, conversávamos sobre a nossa aventura enquanto estávamos na praia. Jim, tinha visto o homem de bigode como os outros seres. Minhas filhas Debby e Sarah mediram a altura deles e Jim me mostrou com sua mão a altura dos aliens (quase 5 pés de altura.) Meu marido descrente, disse que todos nós havíamos de alguma forma tido alucinações similares. Desde então, ele acredita na presença daqueles seres, mas reluta em comentar o fato.



Depois da visita dos seres, eu fiquei muito adoentada. Na semana seguinte, eu perdi quatro quilos. Precisando tomar duas aplicações intravenosas na quarta-feira seguinte. No sábado, eu melhorei após uma semana com dor de garganta, febre, noites em claro e dias nauseada. Um dente de minha filha caçula caiu e temendo os aliens, ela se cobre toda á noite, até a cabeça, mas agora estamos mais tranqüilos sobre o incidente do que estávamos.





Amante Satânico





Eu somente consigo escrever essa carta. Todo ano, por cinco anos, eu envio para você cartas sobre os meus contatos. Eu tinha uma boa amiga morando no Texas, que se mudou para Roswell, NM. Ela e eu, nunca nos conhecemos, mas os aliens nos uniram muitas vezes, como também com outras senhoras de nossa idade (quarenta anos). A mais idosa tinha setenta anos de idade. Nós todos conhecíamos os aliens pelo nome. Os aliens machos nos visitavam tampouco sexualmente ou por abdução e seqüestro.



Um pequeno alien que nos visitava, chamávamos de “Abble.” Ele junto com uma raça reptiliana de aliens grandes eram os seres que nos abduziam. Para alguns de nós, isto parecia uma experiência espiritual, mesmo que todos nós tivéssemos o mesmo “sonho”, “OBE” ou o que quer que eles fossem.



Há quatro meses atrás, os aliens fizeram algo no meu cérebro direito que me transformou, obedencendo-os quase como uma serva. Então, eu soube que o deus deles não era Jeová; mas que na realidade cultuavam Satã. Ao menos, foi o que me disseram após indagar sobre o deus deles. Talvez, nem todos cultuassem Satã, mas alguns que eu conhecia, sim. Então, eles inseriram alguma coisa no meu tornozelo, pescoço, membros e me atormentaram para acatá-los. Os “Aliens Bonitos” que eu achei serem muito bons, me ameaçavam em submissão.



Depois disto, eu tive uma recaída psicótica. Visto que eu desconhecia sobre aliens, eu fiquei desamparada. Eu fui considerada esquizofrênica pelas vozes que eu escutava. Todos nós sabemos que os aliens são telepáticos, mas para convencer isto para alguém foi em vão.



As vozes cessaram após receber alta no hospital, e eu não tive mais sintomas de esquizofrenia. Eu tinha espasmos e tremores das coisas terríveis que os aliens me fizeram. E mesmo que eu tivesse muitas testemunhas de uma nave que apareceu sobre a minha casa e uns poucos amigos que até se depararam com aliens na minha casa, ninguém mais acreditava em mim. A prova era inconsistente e nenhum médico também acreditava em mim. Agora, eu serei atendida por um neurocirurgião para saber se ele pode curar os meus espasmos (Depois: ele nada descobriu de errado.)



Há pouco tempo, eu escrevi algumas cartas sobre os aliens para o pentágono, e quão bonito alguns deles são. Eu agora realmente não posso falar deles assim, porque eles não são tão cordiais, após tudo o que eu passei.



O planeta de um dos aliens se chama “Calvus I e Calvus II”. Eles podem ser bons ou maus, existindo muitas raças de seres aliens, mas lhes indaguem sobre o seu bom deus, e você compreenderá, então. Enquanto eu era compassiva com os Grays e os Reptilianos, minha devoção majorou e eu fiquei mais religiosa. A união de meu casamento melhorou.



Os pequenos Grays gostam de dormir com as pessoas. Minha neta de três anos de idade, me disse “Eles conversaram comigo e foram para o quarto da Mamãe e Papai”. Eu acho que se é verdade o que Gray me disse, então, eles nos ludibriam e são seres demoníacos. Assim, muitas pessoas ficarão revolvidas na aura bondosa que eles demonstram.



Todas as minhas cartas foram boas. Esta é a primeira vez que eu enviei para alguém uma carta inditosa, mas como ocorreu comigo, eu sei que isto é verdade. Precavenha-se com a ligação espiritual quando eles dominarem o seu corpo. Na hora, eles tentarão lhe controlar. Faz muito tempo, que eu escrevi isto e houve um bom motivo para fazê-lo. Entrementes, eu acho que obtive as respostas para o Universo, Deus e os Fantasmas.



As naves voavam, freqüentemente, sobre a minha casa duas vezes ao mês, exibindo-se para mim ou para os meus amigos.



As visitas no quarto eram tampouco interessantes ou impressionantes, dependendo do grupo alien que me visitava. Meu filho casado viu um alien levitando na estrada e atirou nele! Logo, eu disse para o meu filho nunca mais fazer isso, porque mataria todos os aliens. Minha filha casada também viu um alien carregar a sua filha, mas o alien a devolveu pelas suas súplicas. Meu marido nunca viu nenhuma nave ou teve qualquer recordação das experiências de contato imediato, mesmo que eu visse os aliens diante do meu marido, enquanto ele dormia. No fim do ano de 1.992, as naves voaram baixo de minha casa somente duas vezes, subiram e rumaram para o norte ou sul.



Minhas visitas no meu quarto ficaram muito sexuais. Um alien se disfarçava como o meu marido, e se relacionava comigo. Na hora, isto era vívido e real, mas os aliens não me disseram quando os conheci, se eles poderiam controlar os meus pensamentos, mas quem pode dizer? Várias vezes por semana, o alien deitava no lado da cama do meu marido, e até mesmo o seu toque e a voz parecia com a dele! Se eu estou sonhando, então, eu vivenciei isto num estado alterado. Isto foi tão real na hora. Basta dizer somente isto. Minhas relações sexuais foram sempre agradáveis e também me recordo de ter me relacionado com outros aliens. Eu agora me sinto uma meretriz para os aliens pelas aquelas visitas.......



Meu marido e eu tomamos cuidado para não me engravidar, mas eu nunca fiz controle de natalidade. Eu notei diferenças na hora que nos relacionávamos. Numa noite enquanto meu marido se relacionava comigo, ele se esquivou e agiu excentricamente, como se estivesse em transe e começou a despertar. Ele não lembra disto, ainda que eu saiba que nós estávamos nos relacionando quando ele parou, sem terminar, e eu disse “Você alcançou o orgasmo?” Ele não sabia! E adormeceu! (isso nunca aconteceu antes.) Eu lembro de ter visto lampejos luminosos no quarto, sendo uma imiscuidade alien.



Um UFO sobrevoava a minha casa diversas noites e também foi visto por uma garçonete de um restaurante local. Ela é a minha única testemunha daquele evento. Eu também vi a aproximação de um caça passando pelo ufo e um tiro de lazer (?) pelo ufo no caça. Então, o caça partiu.



Eu ainda me lembro do comando alien, e às vezes, eu acho que eles podem controlar quem esteja em casa! Antes que eu pudesse enviar esta carta, os aliens me abduziram, novamente. Eu recordo de ter deitado e me sentido nauseada. Isto piorou com uma dor no estômago sentindo uma pressão terrível em todo o corpo. Eu não podia me mecher; como se estivesse num saco de batatas. Lentamente, eu levantei o meu braço direito acima da cabeça, instintivamente. E senti um corte profundo no meu cabelo. Foi como se eles tivessem retirado parte do meu couro cabeludo. Então, eu senti uma mão, suavemente, tirando a minha mão e o meu braço da cabeça. Novamente, eu tentei apalpar a minha cabeça, e de novo, minha mão e braço foram abaixados. Este ser me pegou pelo meu pulso. E me fizeram outro teste de pele, e talvez, mais. Eu lembro de tê-los agradecido por deixarem eu recordar. Não me advém ter sentido alguma dor. Mas parecia que eu estava com fralda. Alguma coisa branca foi puxada para cima entre as minhas pernas. Eles levantaram os meus pés tampouco com as suas unhas ou algum outro tipo de objeto, e me indagaram se eu podia sentir isto (e eu disse que sim.) Também me lembro que os meus braços e pernas levitavam, esplendidamente. Na hora, eu me senti como uma criança num consultório médico. Então, eu já estava novamente na cama, melhorando da náusea. E muito apavorada olhando ao redor.







O Regresso de um Viajante para Casa





Eu nasci no Texas em 1.945. Eu tenho projeções desde que eu era criança e nunca achei isto insólito, mas como era pessoal, ninguém comentava a respeito. Elas se intensificaram durante o primeiro ano da universidade conduzindo para um período, onde eu fiquei totalmente cega por três dias. Então, meu raciocínio ficou, mais e mais, preeminente, e me tornando uma exemplar estudante “muito inteligente”, eu comecei a fazer sessões de psicoterapia para solucionar o meu problema, para retornar logo ao “normal”. Eu casei enquanto estudava na universidade, e também freqüentava as sessões de psicoterapia durante o verão. Nós tivemos uma criança em 1.966. No verão de 1.969, fomos para o leste do Novo México encontrar o meu marido e depois visitar alguns amigos que tinham uma pequena fazenda.



Deixando Taos, rumamos para Flagstaff, e ficamos até de noite para atravessarmos o Deserto do Mojave. Quando á cerca de duas horas de Flagstaff minha filha começou a bradar, dizendo que estava vendo um disco voador. Como ela sabia o que era isto? O céu estava nublado e quando olhei para onde ela apontava, observei duas ou três luzes se movimentando velozmente no céu, quando regressaram num ângulo de 90 graus, piscaram, e desaparaceram. Então, saí da estrada para uma pista de terra á direita no deserto. Nós estávamos longe das luzes da estrada, mas eu poderia vê-las ao longe. Nós observamos o céu, ela no banco traseiro do automóvel e eu na frente, quando subitamente surgiu á nossa frente, um grande, escuro e brilhante objeto com uma fileira parcial de luzes no meio.



A próxima coisa que lembro é de estar respirando ofegantemente como se algo tivesse atravessado o pára-brisas do carro. Eu lembro de ter olhado por um instante para trás e ter visto o carro vazio, sem mim e minha filha, e perguntei e de estar caminhando para dentro de uma fresta de um veículo. Eu não vi minha filha e perguntei assustada por ela. Quando escutei na minha mente “Ela ficará bem” e me tranqüilizei insolitamente e inusitadamente, me contentei.



Aqueles seres eram altos com quase seis pés e meio de altura e trajavam uma capa com um pano que emitia periodicamente um tipo de luz quando se movimentavam. Suas peles eram prateadas e seus olhos eram arredondados com uma cor violeta-azulada, e ocasionalmente, me emanavam um sentimento amoroso ou de uma longínqua, perdida família, como se regressasse para casa. Seus olhos eram mais próximos da superfície de suas faces do que dos seres humanos e suas narinas não eram bem delineadas. Suas bocas eram fascinantes. Às vezes, parecia que eles estavam despidos e seus corpos não possuíam distinção sexual. Eu fiquei de pé com dois deles e observei que eles não possuíam cabelos, mas eu vi algo parecido com um pano amarrotado que revestia-se por detrás de suas costas. Eles sorriam sem mover suas bocas. Tão logo eu pensei no “cabelo” de um deles, surgiu um cabelo bonito dourado ruborizado na cabeça. Isto me assustou. O quarto que eu fiquei tinha cerca de 25 pés de diâmetro e era semi-circular. Mas era escuro e tinha muitas telas de tv por toda a parede, dispostas uma sobre as outras em três e, às vezes, em quatro fileiras. Todos os tipos de imagens apareciam nas telas como também símbolos esquisitos e lugares jamais vistos. Debaixo das telas havia um tipo de escrivaninha embutida, arqueada ao longo de toda a parede. No meio do quarto havia uma mesa comprida com três ou quatro cadeiras imóveis. Haviam três seres sentados nas cadeiras, dois deles olhando para as telas e andando ao redor, enquanto um outro permanecia de pé, rente da escrivaninha mexendo em algumas coisas ao redor. Eles não olhavam para cima. Eles eram esquálidos como os outros dois seres que estavam comigo de pé, mas não eram muito altos. Aqueles dois seres sempre sorriam e, ocasionalmente, eu escutava um som como o vento. Eles permaneciam dizendo na minha mente e sorrindo “Seja Bem Vinda, Seja Bem Vinda!”. Então, me disseram algumas coisas esquisitas sobre a origem dos seres humanos e a intervenção alien que ocorreu no planeta Terra em várias épocas no passado e futuro. Então, eles começaram a me dizer sobre a minha história pessoal. Isto foi ultrajante Tonny, mas eu lhe contarei de qualquer jeito:



Existiu toda uma geração de seres que vieram para a Terra no passado longínquo e aqui criaram a vida na Terra. Eles se originaram da família de Ranm. Aquela raiz do nome da família foi o nome raiz deles, mas tampouco aquele planeta deles não existia mais ou isto encontrava-se agora inacessível. Eles disseram que isto era desta forma, porque o nome dos deuses antigos era assim quando eles estavam na Terra: Rama, Brahma, Raa no Egito e Abraham, etc, nomes que os seres humanos talvez se lembrem. Mas, muita confusão ocorreu naqueles nomes que se tornaram nomenclaturas para os deuses ou heróis, mas isso também não foi o fato. Realmente, isto indicou a forma do nome de suas origens e alguns de nós como sendo de outros sistemas estelares. Então, eles começaram a me dizer meu nome na língua deles “Shalisha Li Ekimu Ranm” e permaneceram repetindo isto na minha mente, até eu compreender. Eles disseram que aquelas palavras significavam muito mais e que poderiam ser encontradas na literatura terrena. Contudo, houve uma certa energia de amor emanando deles quando me ajudaram passando informações do nome e a linhagem terrena que veio das estrelas. Compreenda, isto não foi realmente em palavras, mas sim através de imagens ou imagens sonoras que se movimentavam entre nós.



Então, eles me observaram através de um corredor abaulado cinzento á direita da entrada de onde eu vim. Mas, eu recordo de não ter sido capaz de caminhar, e então, caminhei, facilmente. Logo, nós viemos para o final do quarto e saímos do corredor. Este quarto continha o mecanismo de direcionamento da nave. Isto ocorreu em 1.968. Eu estava com vinte dois anos de idade e não sabia o que eu estava observando. Na minha frente havia um cristal grande de três pés de diâmetro cruzando o centro do quarto. Isto parecia como duas pirâmides dispostas de base á base, embora, ocasionalmente, isto parecesse multi-facetado e totalmente brilhante e como uma jóia. O cristal estava suspenso no ar e ao redor havia um maço de fios ou tubos ligados em uma massa lisa escura, quando a coisa inteira reergueu-se á quase quatro pés de altura do chão. Eles então me pediram para eu colocar a minha mente dentro do cristal, para que eu fosse capaz de aprender a pilotar a nave!! Um dos aliens mentalmente me instruiu como fazê-lo. Eu tentei e fracassei, mas eles continuavam me pedindo para prosseguir e eu pude escutá-los sorrindo: “Continua, você consegue!” Finalmente, eu consegui e nós começamos a nos movimentar com a nave inicialmente sobre o planeta Terra, e então, através do padrão angular do espaço que também havia tempo. Eu indaguei porque que eu tinha que fazê-lo e somente disseram, “Para que você possa se lembrar de voar e pilotar uma nave quando for necessário” e depois sem mais nada a fazer, nós permanecemos lá de pé de alguma fora, até eles dizerem “É hora de voltar para a Terra”.



Agitada e assustada, indaguei sobre a minha filha e me tranqüilizei, novamente, sabendo que ela estava bem. Então, os aliens me disseram que ela estava triste, mas sem dizerem porque e então, eu senti muito amor. Quando nós nos movimentamos para sair do local, eles pronunciaram o meu nome novamente, seguidamente, e alguma coisa sobre “linhagem da alma”. Eu não queria ir, mas a próxima recordação foi ter novamente atravessado o pára-brisas do carro, estando com a minha mão para fora da janela do carro; e chorando e muito suada. Minha filha também chorava no banco de traseiro. Ela me disse para nunca mais tocar nela e que ela sabia quem eu era e que ela me detestava. Eu tentei acalmá-la e lhe perguntei o que havia lhe acontecido e ela bradou, “Eu nunca direi a vocês!” Deixe-me em paz!” Eu tinha no carro uma agenda e antes que partíssemos, eu fui impelida a escrever aquelas coisas, enquanto me recordava. Eu olhei aturdida para as estrelas. Era quase meia-noite e nós havíamos perdido quase duas horas e meia no tempo. Naquela hora, a cena parecia insólita ainda que absolutamente normal. Eu achei que isto foi a primeira vez que eu pude me lembrar, mas isto já havia ocorrido e eu fui incapaz de me lembrar. Então, eu dirigi o carro para a Califórnia como se nada tivesse ocorrido.



Eu nunca poderia dizer desse incidente para ninguém e jurei a mim mesma, nunca falar disto. Então, comecei a temer dormir á noite e fiquei adoentada e nauseada. Meus cabelos começaram a cair e minha boca começou a sangrar e eu fiquei muito estressada. E tomei muitas vitaminas.



Numa noite, minha filha acordou gritando e eu fui a sua cama, e ela me disse “mamãe, eu morrerei.” Os seres da espaçonave me disseram isso. “Eles me disseram que pequenos bichinhos entraram no meu corpo, e que eles estavam tristes porque não podiam fazer nada, porque eu sou uma garotinha.” Então, ela voltou a dormir. Isto me assustou, inacreditavelmente. Naquela manhã, ela acordou com muita febre e vários equizemas no corpo. Então, a levei para o hospital, sendo diagnosticada com artrite reumatóide, ainda que os médicos estivessem incertos. Eles queriam saber se ela havia sido exposta a radiação. Ela sentia muitas dores. Eu a tirei deste hospital e voltei para o Texas onde a internei num outro hospital, quando vim a saber, que ela tinha um raro tipo de câncer do sistema nervoso central chamado de Neuroblastoma e que isto já havia se espalhado pelos órgãos do corpo (metástase), e que ela tinha somente poucos meses de vida. Ela viveu até setembro do ano de 1.969. Antes de falecer, ela desenhava desenhos incríveis que eram mais adiantados do que para uma criança de 10 anos de idade, mesmo que ela tivesse somente três anos e meio de idade. Ela começou a escrever poesias e eu, às vezes, escrevia para ela. Os médicos ficaram impressionados, e eu achei que isto talvez tenha sido motivado pela quimioterapia, mas ainda em dúvida.



No dia seguinte do funeral, uma amiga minha, uma excelente estudante formada na Universidade do Texas, me ligou histericamente de Austin, me dizendo, que eu tinha que partir, imediatamente para Houston, que algo tinha acontecido. Sem óculos e completamente cega, mesma assim, partiu. Eu não pensei que eu pudesse suportar mais uma crise emotiva, porque eu já estava muito magoada, mas eu fui para Houston naquele dia. Chegando lá, nós fomos comer pizza, e ela me contou o que tinha ocorrido. Ela me contou que duas noites atrás, por volta das 2:20 hs da manhã, foi acordada por um barulho, observando o telhado começando a desmoronar. Quando avistou uma nave em cima da sua casa. Então, surgiram dois seres altos e entre eles estava a minha filha. Eles me disseram que eles não conseguiram me contatar por algum motivo, mas que a minha filha estava bem e que estava com eles! Naquele instante, eu achei que eu tinha ficado completamente maluca. Então, no momento que minha amiga me contou aquela história, eu quebrei a minha promessa, e lhe contei o que tinha acontecido naquela noite no deserto, então nós duas choramos copiosamente........


J.A

We are not alone

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