Monday, January 02, 2006

Caso Gregg

Tradutor Janglada

Em 1989, enquanto trabalhava com John Lear, eu deparei-me com um interessante caso em que uma pessoa (deixe-me alcunhá-lo de Gregg) interagiu com uma outra raça que tinha como parte importante de sua cultura o uso de funções de probabilidades matemáticas e de avançados computadores. Essa pessoa não viveu muito tempo a partir do momento que John, partiu da Montanha Sun Rise em Las Vegas.

Ao encontrar-me com esse homem e sua consorte, ela descreveu uma situação em que ele tinha feito um acordo com essa raça alien para deixar um deles usarem seu corpo por dez anos “em troca por mais outros dez anos de vida”. Isso foi feito, e a pessoa que ocupou seu corpo demonstrava muitos interessantes atributos. Ele podia guiar pela cidade e parar o tempo, e fazendo com que os semáforos alternassem com um volteio de suas mãos. A CIA logicamente ficou sabendo de Gregg II, e tentou dialogar com ele; e de acordo com Gregg I, Gregg II tinha pleno poder sobre o pessoal da CIA que vinha “investigá-lo” e suas atividades. Para resumir essa longa história, no final do período de dez anos, Gregg I ressomou novamente no seu corpo descobrindo ter uma nova casa e um novo trabalho. Ele desvendou, após ser conduzido para a beira da estrada por uma ínfima infração de trânsito, que a polícia lhe escusou por isso. Havia evidentemente algo no arquivo no sistema do computador nacional que avisou os policiais para não molestá-lo. Como a distinção dentre Gregg I e Gregg II era justamente a pessoa que estava dentro do corpo, a polícia nunca soube a diferença. Gregg I descobriu ter havido um estudo na casa onde Gregg II tinha vivido, contendo volumes de estudos médicos e bioquímicos, assim como amplos cabos de forças que foram cortados e deixados em algum lugar. Gregg II tinha construído uma andróide, que Gregg I eventualmente encontrou. A andróide, quando viu uma criança humana, indagou a Gregg I “O que você faz aqui?”. A andróide escreveu cartas para Gregg I após a partida da consciência alien, mas ele não mais compreendeu a escrita alien, pelo menos conscientemente. Eu tive uma chance de ver uma das cartas e copiei algumas palavras:




A abduzida Christa Tilton tinha um conhecido chamado Donavan que também foi um abduzido. Durante algumas de suas aventuras, ele contemplou o seguinte exemplo de escrita alien:





Janglada

We are not alone

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